18 Março, 2026 • Quarta-feira
A cerimônia de abertura recepcionará todos os delegados e marcará o início do evento. O chairman da UTCAL e seus parceiros tecnológicos, juntamente com representantes de órgãos reguladores e empresa anfitriã darão as boas-vindas a todos os presentes.
Allyson Gomes – Gerente Executivo de TI - Taesa
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
Rodrigo Uchoa - Cisco
Sérgio Ribeiro Leite - Assessor Técnico da Diretoria - ANEEL
As empresas de missão crítica estão constantemente buscando inovações tecnológicas para garantir a eficiência, confiabilidade e segurança de suas operações. Algumas tendências tecnológicas estão moldando o cenário dessas organizações: Inteligência Artificial, Armazenamento de Energia, IoT, Blockchain, Realidade Aumentada e Virtual e Conectividade Avançada (5G) são algumas dessas tendências. A adoção dessas tecnologias leva as empresas de missão crítica a aumentarem sua resiliência operacional, garantindo a continuidade dos serviços e aprimorando a capacidade de enfrentar desafios emergentes em ambientes complexos e altamente regulados.
Moderador: Sergio Milani - Copel
Jimmy R. (Rusty) Williams – President & CEO - UTC
Rafael Moya – Gerente de Inovação - CPFL
Cristine Korowajczuk - Celplan
Daniel Senna Guimarães - SABESP
A transformação digital nas utilities representa uma mudança fundamental na forma como as empresas de serviços públicos operam, interagem e entregam valor aos seus clientes. Esse processo envolve a incorporação de tecnologias inovadoras para otimizar operações, melhorar a eficiência e oferecer serviços mais personalizados.
Moderador: Allyson Gomes - Taesa
Sergio Milani - Superintendente de Projetos Especiais da Copel Distribuição
Heron Fontana – Diretor de Processos e Tecnologia - Neoenergia
Gustavo Valfré - CTO Energisa
Renier Souza – Diretor Engenharia e CTO - Cisco do Brasil
Paulo Humberto Gouvea - Diretor de Soluções Corporativas - TIM Brasil
Rusty Williams – CEO UTC
Adrian Grilli – Technology Advisor - EUTC
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
Alberto Pittigliani Junior - Q13
Leandro Florenzano - AWS
Hoje, adversários utilizam inteligência artificial para automatizar reconhecimento, gerar malware polimórfico, criar engenharia social indistinguível da realidade e adaptar ataques em tempo real. A consequência é direta: o modelo tradicional de segurança entrou em colapso — especialmente em sistemas ciberfísicos (CPS), onde o impacto é físico, operacional e estratégico.
Esta palestra demonstra por que a segurança convencional não é mais suficiente e apresenta a metodologia iCPS Cybersecurity como uma nova arquitetura de defesa, centrada em inteligência contextual, aprendizado contínuo e automação decisória.
A Plataforma Safer surge como o núcleo tecnológico dessa transformação, consolidando contexto operacional, governança em tempo real e resposta automatizada com supervisão humana estratégica. Não se trata de adicionar mais ferramentas de cibersegurança, trata-se de mudar a lógica da defesa. Escopo:
• O Dia em que a Segurança Tradicional Parou de Funcionar
• Infraestruturas Críticas: Quando o Incidente Vira Evento Físico
• A Nova Lógica da Defesa: Inteligência no Centro
• Metodologia iCPS Cybersecurity: Arquitetura para Igualar a Batalha
• Plataforma Safer: O Cérebro Operacional da Defesa
• O Futuro: Segurança Autônoma Supervisionada
Marcelo Branquinho - TI SAFE
Henrique Westphal - Landis+Gyr
Pablo Betancur - Huawei
Willian Rink e Danilo de Oliveira - SIEMENS
Ruan Gubolin Batista - Hughes
Bruno Xavier – Hughes
Sérgio Milani - Copel
Leonardo Moreira -Fortinet
Nesta palestra, você entenderá como ir além da simples contagem de vulnerabilidades e passar a enxergar o que realmente importa: quais riscos são efetivamente exploráveis dentro das redes operativas e como priorizá-los com base no impacto ao negócio.
Será abordada a correlação entre exposição técnica, contexto de rede e criticidade operacional, permitindo diferenciar risco teórico de risco real. O objetivo é apoiar decisões mais estratégicas, otimizar recursos e fortalecer a proteção das infraestruturas críticas com foco no que realmente pode comprometer a continuidade operacional.
Felipe Ribeiro - Claroty
Abordaremos como a utilização do framework NIST, aliada a uma trilha de segurança e um modelo de maturidade, possibilita a conexão entre diferentes cenários operacionais, contribuindo para a redução da superfície de ataque e dos riscos aos quais o setor de utilities está exposto. Também discutiremos como a inovação, a digitalização e a adoção de smart grids trouxeram novos desafios para a proteção de ambientes de missão crítica, reforçando a importância de estratégias de segurança robustas e alinhadas ao negócio.
Heleno Fagundes - TELETEX
Andrea Faustino - Ericsson
Luiz Paiva - ShieldSec
Julio Gomes – Iguá Saneamento
Sérgio Ruiz - NTT DATA
Carlos Tunes - IBM
Savio Ricardo Muniz - Energisa
Ticiano Lage - Neoenergia
Tatiane Moraes Cortes - ONS
Gustavo Posseti - Sanepar
Raphael Pereira dos Santos - ES Gás

