20 Março, 2026 • Sexta-feira
20 Março
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
09:00 - Abordagem da MP 1.304/2025 agora Lei 15.269/2025
A recente conversão da MP nº 1.304/2025 na Lei nº 15.269/2025 traz um novo marco regulatório para o setor, trazendo mudanças relevantes em regras, responsabilidades e oportunidades. Esta palestra apresenta uma visão objetiva e prática sobre os principais impactos setoriais da nova lei, destacando o que efetivamente muda, os riscos regulatórios, os desafios de implementação e as estratégias de adaptação para empresas e gestores.

Eduardo Campaner - Axia Energia
09:30 - Plataforma de Monitoramento Inteligente para Segurança Pessoal, Proteção de Ativos Críticos e Detecção de Intrusão com IA
Karina Cunha - SGBH
Karen Liou - Hikivision
10:00 - Solução de comunicação de baixa órbita para equipes de campo
Gabriel Belas e Emerson Vale - Neoenergia
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Francisco Pires - PiresNet
11:00 - Framework de Cibersegurança aplicado ao Ambiente de Tecnologias de Operação (OT)
Apresentação sobre a estrutura, os princípios e os domínios que compõem o Framework de Cibersegurança da ISA ENERGIA BRASIL, ressaltando como seus requisitos orientam a governança, a segurança e a resiliência cibernética em ambientes de Tecnologias de Operação. O conteúdo aborda a organização de alguns domínios do framework, sua relação com normativas internacionais e regulatórias e a forma como estes elementos devem ser interpretados e aplicados para fortalecer a proteção de sistemas industriais críticos, garantindo conformidade, padronização e uma postura de segurança consistente em todo o ciclo de vida dos ativos OT.

Juliana Reis - ISA ENERGIA BRASIL
11:30 - FROTA ON: um ecossistema de transformação digital e atendimento no campo
O Frota ON nasce como resposta a um desafio estratégico das utilities modernas: ampliar a conectividade em áreas remotas e, ao mesmo tempo, impulsionar a digitalização das operações de campo. Mais do que expandir a cobertura de voz e dados, o projeto transforma a viatura em uma plataforma móvel de serviços, integrando conectividade satelital de baixa órbita a um ecossistema digital voltado à eficiência operacional, resiliência de comunicação e melhoria da experiência do cliente.

A iniciativa estabelece um hub de conectividade e serviços no campo, habilitando desde comunicação confiável em cenários de contingência até a realização de serviços financeiros diretamente pelas equipes operacionais, por meio da integração com a fintech do grupo. Como resultado, houve ampliação de cerca de 9% na área de cobertura de comunicação, redução de custos operacionais e de compensações regulatórias, aumento da arrecadação do conjunto elétrico e evolução na jornada operacional dos eletricistas, consolidando a conectividade como vetor de eficiência, serviço e geração de valor na última milha da operação da utility.

Rosana Pereira e Thiago Martinelli - ENERGISA
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Kahoe Faust - Lightera
09:00 - Telecomunicações entre o ONS e os Agentes do SIN: Complexidade Sistêmica, Confiabilidade Operacional e Caminhos para Convergência Nacional.
A infraestrutura de telecomunicações que interliga o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aos Agentes do Sistema Interligado Nacional (SIN) constitui a espinha dorsal da operação elétrica brasileira em tempo real. Essa rede sustenta continuamente os fluxos críticos de dados operacionais, incluindo SCADA e PMU, além das comunicações de voz de coordenação entre centros de operação e instalações de geração, transmissão e distribuição distribuídas em escala continental.

Ao longo das últimas décadas, essa conectividade foi construída de forma evolutiva, refletindo diferentes momentos regulatórios, tecnológicos e contratuais. O cenário atual caracteriza-se por elevada complexidade: múltiplos circuitos dedicados, diversidade de provedores de telecomunicações, arquiteturas regionais heterogêneas e distintos níveis de maturidade tecnológica entre os Agentes. Convivem infraestruturas IP modernas com interfaces legadas de voz e dados, exigindo mecanismos robustos de redundância, monitoramento fim a fim, gestão de disponibilidade e controles crescentes de cibersegurança em ambientes integrados de TI e TO.

Embora o modelo vigente assegure elevados níveis de continuidade operacional, ele impõe desafios relevantes relacionados à padronização nacional, escalabilidade, governança técnica unificada e eficiência na gestão de contratos e serviços críticos. A fragmentação arquitetural tende a ampliar custos de coordenação, dificultar evolução tecnológica homogênea e elevar a complexidade de gestão de riscos sistêmicos.

Diante desse contexto, emergem iniciativas de modernização que apontam para maior convergência tecnológica e estrutural. Destacam-se a evolução das soluções de voz para arquiteturas baseadas em SIP, o fortalecimento de padrões nacionais de conectividade e a discussão sobre a estruturação de uma rede nacional coordenada para os Agentes, com foco em resiliência, padronização e segurança cibernética.

A agenda futura das telecomunicações que suportam a operação do SIN sinaliza um novo ciclo de transformação: da conectividade fragmentada para uma arquitetura mais integrada, governável e preparada para sustentar um sistema elétrico cada vez mais dinâmico, digital e distribuído.

Antônio José Alegria Filho e Markus Peltz Lunkes Hahn Barbosa - ONS
09:30 - Cliente no centro: IA, Multicanalidade e Integração de Jornadas
A apresentação demonstra como a integração entre Genesys Cloud e a Solve4ME permitiu à Light unificar jornadas digitais, ampliar a multicanalidade e melhorar a experiência do cliente. Destaca-se o uso de IA para tratamento de reclamações, análise de sentimento e otimização do atendimento. A solução inclui gestão centralizada via WhatsApp, automação de processos e redução de esforço operacional. O Agent Copilot apoia atendentes com sugestões em tempo real, impulsionando produtividade e qualidade. O resultado é uma operação mais eficiente, inteligente e orientada por dados.

Thiago Matarazzo - LIGHT
10:00 - Quando a IA ataca a Energia: agentes autônomos, impacto operacional e o novo risco de apagões digitais.
A transformação digital do setor de energia conectou sistemas industriais, operações críticas e redes corporativas em uma mesma superfície de exposição. Ao mesmo tempo, uma nova geração de ameaças começa a surgir: ataques conduzidos por agentes de Inteligência Artificial capazes de analisar ambientes, tomar decisões e adaptar estratégias de forma autônoma.

Nesta palestra, Ricardo Tavares, da GEMINA Cybersecurity e Alexandre Freire da NOZOMI Networks, ambos especialistas em segurança de infraestrutura crítica, apresentarão de forma prática como agentes de IA podem executar etapas reais de um ataque cibernético contra ambientes energéticos, desde o reconhecimento do ambiente até a identificação de caminhos com potencial impacto operacional.

A demonstração evidencia como a automação cognitiva permite que ataques evoluam em velocidade e escala inéditas, reduzindo o tempo entre a intrusão digital e consequências físicas, como interrupções operacionais, perda de visibilidade de processos e risco à continuidade do fornecimento de energia.

Mais do que explorar técnicas ofensivas, a apresentação mostra o impacto estratégico dessa mudança: defesas projetadas para ataques humanos tornam-se insuficientes diante de adversários capazes de aprender, correlacionar dados industriais e ajustar ações em tempo real.

Ricardo Tavares – Gemina
Alexandre Freire - Nozomi
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Ramon Batista - Neoenergia
11:00 - Implementação de Arquitetura SD-WAN em Infraestrutura Crítica: Transição de WAN Estática para Rede Orientada por Políticas no Operador Nacional do Sistema Elétrico.
A operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), coordenada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), depende de comunicação contínua, segura e de baixa latência entre seus Centros de Operação distribuídos nacionalmente. A infraestrutura de longa distância historicamente estruturou-se sobre três domínios independentes: Rede de Operação (ROP), Rede de Telecomunicações Corporativa (RTC) e acesso à Internet.

O modelo tradicional, baseado em enlaces dedicados e configuração estática de rotas, atendeu aos requisitos históricos de disponibilidade. Entretanto, a crescente demanda por visibilidade fim a fim, orquestração centralizada, segmentação lógica rigorosa e adaptação dinâmica a falhas evidenciou limitações estruturais em termos de escalabilidade e complexidade operacional.

A adoção de uma arquitetura SD-WAN representou a transição de um paradigma baseado em caminhos fixos para um modelo orientado por políticas, inteligência de tráfego e controle centralizado.

A nova arquitetura foi concebida com os seguintes princípios de engenharia:
• Segmentação lógica rigorosa entre domínios operacionais e corporativos
• Redundância total por site, com dupla operadora e enlaces fisicamente independentes
• Utilização combinada de MPLS e Internet como underlays complementares
• Overlays diferenciados por criticidade (missão crítica, corporativo e Internet)
• Topologia full-mesh entre Centros de Operação
• Ambiente de DMZ com site primário e disaster recovery

O overlay da Rede de Operação prioriza MPLS para previsibilidade de latência, com fallback automático para Internet em contingência total. A rede corporativa utiliza Internet como underlay primário com backup em MPLS, equilibrando custo e desempenho. A saída para Internet adota breakout local com políticas centralizadas de segurança.

Além do desenho arquitetural, o projeto estruturou-se em fases críticas para garantir continuidade operacional:

1. Ambiente piloto e validação funcional
Testes controlados de failover, simulação de degradação de enlaces, validação de segmentação e avaliação de latência para aplicações sensíveis.

2. Plano de migração gradual
Implantação paralela à rede existente, com estratégia de coexistência temporária e rollback planejado.

3. Testes de resiliência e cenários de contingência
Simulação de falhas simultâneas de operadoras, indisponibilidade de site e validação de convergência automática.

4. Cutover controlado por domínio de criticidade
Priorização de serviços não críticos antes da migração da Rede de Operação.

5. Operação assistida (hypercare)
Monitoramento intensivo pós-ativação, ajustes finos de políticas e otimização de desempenho.

Os principais resultados observados incluem:
• Maior previsibilidade de comportamento em cenários de falha
• Redução de complexidade de gestão WAN
• Visibilidade centralizada de tráfego e desempenho
• Agilidade no provisionamento de políticas
• Base arquitetural preparada para integrações futuras

A experiência demonstra que a adoção de SD-WAN em ambiente de missão crítica exige abordagem estruturada de engenharia, testes extensivos e governança rigorosa de migração. Mais do que modernização tecnológica, trata-se de mudança de paradigma operacional: a rede deixa de ser apenas meio de transporte e passa a atuar como plataforma inteligente, resiliente e orientada por políticas para sustentação de infraestrutura crítica nacional.

Juliana Ferreira dos Santos - ONS
11:30 - Energia sob Ataque: O Roadmap Prático para uma Operação Resiliente e Conectada
Eduardo Honorato - Novared
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Ronaldo Santarem - UTCAL
09:00 - PAINEL INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E ESPECTRO
O painel irá debater como atender à crescente demanda por conectividade diante de novas tecnologias como 5G/6G, IoT e satélites. Será abordada a importância de modelos regulatórios mais flexíveis e colaborativos, capazes de equilibrar inovação, eficiência no uso do espectro e segurança jurídica. Pretende-se reforçar a necessidade de harmonização internacional para garantir conectividade inclusiva, sustentável e alinhada às transformações digitais globais.

Adrian Grilli – EUTC
Brett Kilbourne – UTC
Gosta Kallner – 450M Alliance
David He Qiang – Cigrè D2/62
Sidney Azeredo Nince - Anatel
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Clovis Baptista - UTCAL
11:00 - Da Manutenção Tradicional à Inteligente: Inovação e IA na Gestão de Ativos
A jornada de transformação digital em Utilities por meio da Inteligência Artificial.

A evolução da manutenção tradicional para a manutenção inteligente é essencial para Utilities lidarem com ativos críticos, pressão regulatória e eficiência operacional. Essa jornada começa com uma base sólida de gestão de ativos (EAM) e evolui para manutenção baseada em condição, preditiva e prescritiva, apoiada por Inteligência Artificial integrada aos processos. O IFS Cloud viabiliza essa transformação ao conectar ativos, pessoas e dados em uma única plataforma, unindo EAM, APM, FSM, otimização e inteligência operacional.

Com IA embarcada, é possível detectar anomalias, prever falhas, gerar ordens de serviço automaticamente, otimizar equipes de campo e fechar o ciclo do “sensor ao serviço”. O resultado é maior confiabilidade dos ativos, redução de falhas não planejadas, melhor uso da força de trabalho e uma gestão mais estratégica, auditável e orientada a valor.

José Felipe Kleine - IFS
11:30 - Diodo de Dados – Isolando Redes Críticas sem o Uso de Firewalls
A integração entre redes IT e OT aumenta a eficiência operacional, mas também amplia a superfície de ataque em infraestruturas críticas. Esta apresentação explora como Data Diodes permitem o compartilhamento seguro de informações por meio de comunicação unidirecional, protegendo ambientes industriais contra acessos externos. Também serão abordadas vantagens operacionais e contribuição para conformidade com IEC 62443, NERC CIP, NIST, CISA e IAEA.

Vinicius Moyano - INTERNATIONAL IT
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Marco Pangos - Ubiik
09:00 - Aplicabilidade e limitações de diferentes tecnologias de telecomunicações e redes de dados em uma transmissora de energia elétrica.
A palestra irá abordar as tecnologias (5G, MPLS-TP, SDN, Starlink, entre outras) avaliadas pela Taesa e aplicadas devido aos benefícios identificados, bem como aquelas que a empresa deixou adotar por não observar ganhos efetivos para o ambiente de transmissão.

Thiago Nascimento da Silva - TAESA
09:30 - Resiliência de Telecom para Operações de Missão Críticas
Diante do constante desafio de assegurar a qualidade e a eficiência na prestação do serviço de distribuição de energia elétrica em um contexto marcado por eventos climáticos extremos cada vez mais presentes, aumento das ameaças cibernéticas e contínua evolução tecnológica, as Distribuidoras operam com margens cada vez menores para falhas. Os impactos decorrentes de indisponibilidades afetam toda a cadeia produtiva, tornando imprescindíveis ações voltadas à mitigação de riscos e ao aumento da resiliência operacional.

Nesse cenário, as telecomunicações assumem papel estratégico como elemento habilitador da eficiência e da confiabilidade do sistema elétrico, permitindo a redução dos tempos de interrupção por meio de comandos remotos, além da diminuição da necessidade de despacho de equipes para intervenções locais.

Alinhado a essa visão, o Grupo CPFL Energia atua continuamente na expansão, evolução e sustentação de suas redes de telecomunicações. Como parte dessa estratégia, destaca-se o Plano de Resiliência da Infraestrutura de Telecomunicações, objeto deste trabalho, que estabelece diretrizes e ações voltadas à sustentabilidade e robustez desse ativo crítico para as operações da companhia.

Assim, este artigo tem como objetivo apresentar o conjunto de iniciativas que compõem esse plano, evidenciando as soluções implementadas, os investimentos realizados e as estratégias adotadas para o fortalecimento da resiliência da infraestrutura de telecomunicações no contexto da distribuição de energia elétrica.

Raphael de Matos Alves de Lima e Rafael Diniz David - CPFL Energia
10:00 - Sites de Telecom Compactos e Resilientes: Celposte Otimizado e Retificador Híbrido para o Setor Elétrico
Proposta de arquitetura integrada que combina um celposte adaptado ao setor elétrico, com menor área de implantação, ambiente tratado e banco de baterias de até 800 A, aumentando robustez e vida útil dos ativos.

O retificador híbrido atende todos os níveis de tensão (48/24/12 Vcc e 220 Vca estabilizado) e integra módulo fotovoltaico, ampliando a autonomia em falhas de fornecimento de energia.

Ambas as soluções convergem em uma plataforma padronizada com supervisão centralizada de fontes e circuitos, simplificando manutenção, agilizando o diagnóstico remoto e elevando a disponibilidade dos sites de telecom da distribuidora.

Diogo Candido - EDP
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
11:00 - Validação Inteligente de Voz Operativa Aplicada à Operação de Sistemas de Transmissão
O trabalho apresenta o Sistema VIVO (Validação Inteligente de Voz Operativa), uma solução avançada de apoio à decisão para centros de operação de sistemas de transmissão de energia, desenvolvida no âmbito de um projeto de P&D regulado pela ANEEL, que integra processamento digital de voz, inteligência artificial, modelos de linguagem e integração nativa com sistemas SCADA para validação semântica e operacional de comandos, promovendo ganhos significativos em confiabilidade, segurança operativa e rastreabilidade no setor elétrico.

Lucas Paiva e Celso Lima – ARGO Energia
11:30 - Mudança de tecnologia de comunicação para rede Wi-Sun em Sistemas de Medição Centralizada
O projeto consiste na migração de um sistema de medição centralizada baseado em tecnologia RF Mesh para uma solução de medição concentrada utilizando o protocolo Wi-SUN. A iniciativa visa modernizar a infraestrutura de comunicação, garantindo maior interoperabilidade e escalabilidade. A tecnologia Wi-SUN oferece padrões abertos e suporte a redes IPv6, permitindo integração com diferentes fabricantes e dispositivos. Além disso, proporciona maior robustez na comunicação, com topologia mesh otimizada e mecanismos avançados de segurança. A mudança busca reduzir custos operacionais e melhorar a confiabilidade dos dados coletados. O novo sistema permitirá monitoramento em tempo real e maior eficiência na gestão de energia. A implementação será realizada em fases, garantindo continuidade do serviço e mitigação de riscos. O projeto também inclui treinamento das equipes e atualização dos concentradores para suportar o novo protocolo. Com isso, espera-se um salto significativo na qualidade e na inteligência da rede elétrica.

Rodrigo Salustiano - EDP
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador:
09:00 - Certificação de Equipamentos
A Anatel irá apresentar seu modelo de avaliação da conformidade, com foco no processo de obtenção de certificado de homologação para produtos de telecomunicações.

Marcos Vieira Baeta Neves – ANATEL
09:30 - eSIM: O futuro dos chips já chegou. Vai ficar fora dessa?
Eduardo de Ázara - ARQIA
10:00 - SIM e SGP.32 na Prática: Transformação Digital para Infraestruturas Críticas
Rafael Jaccoud - Thales
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
11:00 - Implementación de Infraestructura Avanzada de Medición con un Meter Data Management y Gestión de Activos
Marcos Gabriel Fissore - EPEC Empresa Pública de Electricidad de Córdoba
11:30 - Subestações Digitais Confiáveis e Seguras: como integrar Engenharia Top-Down, Monitoramento do barramento de processos e cybersecurity by design
A transformação digital nas utilities vem ampliando a adoção de subestações digitais e, com isso, aumentando a criticidade das redes de comunicação responsáveis por sustentar funções de proteção, controle e supervisão. Nesse cenário, a construção de soluções confiáveis, resilientes e seguras passa por uma abordagem integrada entre Engenharia Top-Down, Monitoramento do barramento de processos e cybersecurity by design. A Engenharia Top-Down é fundamental para orientar a concepção de arquiteturas de subestações digitais a partir de requisitos funcionais, operacionais e de desempenho, garantindo maior coerência entre projeto, implantação e operação. Em paralelo, o monitoramento do barramento de processos tem se tornado decisivo para assegurar visibilidade contínua sobre o comportamento do barramento de processos, permitindo verificar requisitos de qualidade, identificar degradações antes que problemas aconteçam e auxiliar desde novos projetos a operação de subestações digitais baseadas em IEC 61850. Ao mesmo tempo, a crescente exposição das infraestruturas operacionais reforça a necessidade de incorporar princípios de cybersecurity by design desde as fases iniciais de especificação e arquitetura, de modo que a segurança cibernética deixe de ser tratada como complemento e passe a ser considerada parte integrante do próprio sistema. Desta forma, a simples adoção da IEC 61850 não é suficiente para garantir desempenho, observabilidade e segurança. A operação adequada dessas infraestruturas exige que a Engenharia Top-Down estabeleça diretrizes claras de arquitetura que permitam a implementação consistente do monitoramento e auxiliem na segurança, que o Monitoramento do barramento de processos permita validar continuamente, de forma confiável e sem falsos positivos ou negativos, o comportamento da comunicação em campo, e que a cybersecurity by design reduza vulnerabilidades e aumente a resiliência operacional desde a origem do projeto. A palestra propõe exatamente essa visão integrada, mostrando onde a Engenharia Top-Down, o Monitoramento do barramento de processos e a cybersecurity by design se encontram e por que esses três conceitos precisam ser tratados de forma conjunta nas subestações digitais. O objetivo é demonstrar que a convergência entre esses três pilares é indispensável para utilities que buscam avançar em digitalização com segurança, previsibilidade, conformidade e robustez operacional.

Yona Lopes - Universidade Federal Fluminense
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel