
Tecnologias de Telecomunicações e Automação para Utilities
UTCAL Summit 2026
O UTCAL Summit 2026 promove o encontro de Concessionárias de Serviços Públicos com Reguladores, Governo, Centros de Pesquisa, Empreendedores, Indústria, Fornecedores e os principais especialistas nacionais e internacionais.
Programa Educacional

Prêmios

ALTA
Com a proposta de incentivar a excelência nos serviços e a busca por inovações, a UTC América Latina (UTCAL) concede, desde 2015, o Prêmio ALTA — América Latina Telecom Award. O reconhecimento é conferido à empresa (membro efetivo/utility) que apresentou, ao longo do último ano, projeto de excelência de serviços e soluções, tendo em vista o uso de inovações tecnológicas em prol da sociedade.
Para mais informações sobre sua participação e inscrição, consulte os documentos abaixo.
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DESTAQUE
Permeadas por discussões técnicas e pela apresentação de inovações no segmento das utilities, as palestras são momentos esperados por empresas, integrantes de concessionárias e players de setor durante o UTCAL Summit 2026. Por isso, desde 2022, a UTC América Latina entrega o Prêmio Destaque ao palestrante preferido do público.
Os Summits em números
Características do Evento
Ambiente de troca de conhecimentos onde são compartilhadas as diferentes visões, soluções e casos de sucesso brasileiros e internacionais.
Realizado no excelente Centro de Convenções do Windsor Barra Hotel, Rio de Janeiro, RJ.
Temário

O evento em 2026
UTCAL Summit 2026, será novamente o ponto de encontro, onde serão discutidos os principais problemas e soluções pelos profissionais das Concessionárias de Serviços Públicos no que se refere aos sistemas de telecomunicações e suas aplicações.
Segurança, Cyber e Fisica
IT/OT – Tecnologia da Informação e Tecnologia Operacional (ou de Automação)
Desafios da Geração Distribuida
Fibra, Broadband e Compartilhamento
Telecom para Modernização da Rede e Data Analytics
Regulamentação, Politicas Públicas e Defesa das Utilities
Grade de Palestras
O programa oficial do evento ainda está em continuo desenvolvimento e poderá sofrer alterações a critério da coordenação.
17 Março, 2026 • Terça-feira
Sessão – Parte 1
• Título: Uma Infraestrutura IP Unificada para Operações Convergentes de TI e OT na Rede
Palestrantes: Vanessa Vieira, Dominique Verhulst, Leandro Cunha e Erick Santim
Sessão – Parte 2
• Título: Redes Privativas Sub-GHz para Empresas de Energia Elétrica: Arquitetura, Cobertura e Aplicações de Missão Crítica
Palestrante: Alexandre Vallejo, Matheus Barreto e Leonardo Finizola (Qualcomm)
1. Cenário atual: Explosão de IoT, Data, AI e OT – Tempo (10 min)
- Transformação Digital nas Utilities
- Introduçao rapida do PORQUÊ/COMO
- Palestrante: Vagner Ramos
2. Arquitetura Cisco Validation Design for Digital Substation + Cybervision + ISE/Firewall (Macro/Micro Segmentação) – Tempo (60 min)
- Palestrantes: Severiano Macedo e George Almeida
3. Resiliência e flexibilidade na WAN OT/TI – Tempo (75min)
- Underlay IP-MPLS/SR+RON, Overlay SD-WAN OT “Starlink”
- Palestrantes: Alessandro Montelato , Leonardo Pereira e Thiago Ferreira
4. Observabilidade e Segurança com Splunk para OT/IT – Tempo (60min)
- SOC/NOC/BOC Next-Generation - telling story com integraçao com CyberVision / ThousandEyes
- Análise de Fraudes no setor eletrico – SPLUNK como BOC-Businesss Operation Center
- AI CANVAS / AI DEFENSE
- Palestrantes: Charles, Carlos Barroso, Fabiano Freitas e George Almeida
5. Transformação Digital nas Utilities - Tempo (15min)
- Conclusão com a visão Cisco One
- Palestrante: Vagner Ramos
Acompanhe conosco:
Panorama global de utilities: Principais tendências e movimentos internacionais.
• Andrea Faustino
• Michael Carey
Insights da Distributech 2026 - Destaques do evento e aplicações para o Brasil
• Andrea Faustino
• Michael Carey
Customer cases: Casos de referência de utilities ao redor do mundo, com resultados e aprendizados.
• Andrea Faustino
• Michael Carey
Soluções de transporte Ericsson: Arquiteturas e resiliência para operações críticas.
• Fabiano Chagas
Inovação Digital em Utilities sob a Ótica da Resilência e Segurança Digital: IA, IoT, Gêmeos Digitais e Edge Computing como Vetores Estratégicos de Risco e Competitividade.
• Yanis Cardoso Stoyannis
Demonstração ao vivo LARS: Acompanhe uma demonstração do sistema de Realidade Aumentada e IA para assistência remota e manutenção em campo.
• Karam Tikieddine
18 Março, 2026 • Quarta-feira
A cerimônia de abertura recepcionará todos os delegados e marcará o início do evento. O chairman da UTCAL e seus parceiros tecnológicos, juntamente com representantes de órgãos reguladores e empresa anfitriã darão as boas-vindas a todos os presentes.
Allyson Gomes – Gerente Executivo de TI - Taesa
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
Rodrigo Uchoa - Cisco
Sérgio Ribeiro Leite - Assessor Técnico da Diretoria - ANEEL
As empresas de missão crítica estão constantemente buscando inovações tecnológicas para garantir a eficiência, confiabilidade e segurança de suas operações. Algumas tendências tecnológicas estão moldando o cenário dessas organizações: Inteligência Artificial, Armazenamento de Energia, IoT, Blockchain, Realidade Aumentada e Virtual e Conectividade Avançada (5G) são algumas dessas tendências. A adoção dessas tecnologias leva as empresas de missão crítica a aumentarem sua resiliência operacional, garantindo a continuidade dos serviços e aprimorando a capacidade de enfrentar desafios emergentes em ambientes complexos e altamente regulados.
Moderador: Sergio Milani - Copel
Jimmy R. (Rusty) Williams – President & CEO - UTC
Rafael Moya – Gerente de Inovação - CPFL
Cristine Korowajczuk - Celplan
Daniel Senna Guimarães - SABESP
A transformação digital nas utilities representa uma mudança fundamental na forma como as empresas de serviços públicos operam, interagem e entregam valor aos seus clientes. Esse processo envolve a incorporação de tecnologias inovadoras para otimizar operações, melhorar a eficiência e oferecer serviços mais personalizados.
Moderador: Allyson Gomes - Taesa
Sergio Milani - Superintendente de Projetos Especiais da Copel Distribuição
Heron Fontana – Diretor de Processos e Tecnologia - Neoenergia
Gustavo Valfré - CTO Energisa
Renier Souza – Diretor Engenharia e CTO - Cisco do Brasil
Paulo Humberto Gouvea - Diretor de Soluções Corporativas - TIM Brasil
Rusty Williams – CEO UTC
Adrian Grilli – Technology Advisor - EUTC
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
Alberto Pittigliani Junior - Q13
Leandro Florenzano - AWS
Hoje, adversários utilizam inteligência artificial para automatizar reconhecimento, gerar malware polimórfico, criar engenharia social indistinguível da realidade e adaptar ataques em tempo real. A consequência é direta: o modelo tradicional de segurança entrou em colapso — especialmente em sistemas ciberfísicos (CPS), onde o impacto é físico, operacional e estratégico.
Esta palestra demonstra por que a segurança convencional não é mais suficiente e apresenta a metodologia iCPS Cybersecurity como uma nova arquitetura de defesa, centrada em inteligência contextual, aprendizado contínuo e automação decisória.
A Plataforma Safer surge como o núcleo tecnológico dessa transformação, consolidando contexto operacional, governança em tempo real e resposta automatizada com supervisão humana estratégica. Não se trata de adicionar mais ferramentas de cibersegurança, trata-se de mudar a lógica da defesa. Escopo:
• O Dia em que a Segurança Tradicional Parou de Funcionar
• Infraestruturas Críticas: Quando o Incidente Vira Evento Físico
• A Nova Lógica da Defesa: Inteligência no Centro
• Metodologia iCPS Cybersecurity: Arquitetura para Igualar a Batalha
• Plataforma Safer: O Cérebro Operacional da Defesa
• O Futuro: Segurança Autônoma Supervisionada
Marcelo Branquinho - TI SAFE
Henrique Westphal - Landis+Gyr
Pablo Betancur - Huawei
Willian Rink e Danilo de Oliveira - SIEMENS
Ruan Gubolin Batista - Hughes
Bruno Xavier – Hughes
Sérgio Milani - Copel
Leonardo Moreira -Fortinet
Nesta palestra, você entenderá como ir além da simples contagem de vulnerabilidades e passar a enxergar o que realmente importa: quais riscos são efetivamente exploráveis dentro das redes operativas e como priorizá-los com base no impacto ao negócio.
Será abordada a correlação entre exposição técnica, contexto de rede e criticidade operacional, permitindo diferenciar risco teórico de risco real. O objetivo é apoiar decisões mais estratégicas, otimizar recursos e fortalecer a proteção das infraestruturas críticas com foco no que realmente pode comprometer a continuidade operacional.
Felipe Ribeiro - Claroty
Abordaremos como a utilização do framework NIST, aliada a uma trilha de segurança e um modelo de maturidade, possibilita a conexão entre diferentes cenários operacionais, contribuindo para a redução da superfície de ataque e dos riscos aos quais o setor de utilities está exposto. Também discutiremos como a inovação, a digitalização e a adoção de smart grids trouxeram novos desafios para a proteção de ambientes de missão crítica, reforçando a importância de estratégias de segurança robustas e alinhadas ao negócio.
Heleno Fagundes - TELETEX
Andrea Faustino - Ericsson
Luiz Paiva - ShieldSec
Julio Gomes – Iguá Saneamento
Sérgio Ruiz - NTT DATA
Carlos Tunes - IBM
Savio Ricardo Muniz - Energisa
Ticiano Lage - Neoenergia
Tatiane Moraes Cortes - ONS
Gustavo Posseti - Sanepar
Raphael Pereira dos Santos - ES Gás
19 Março, 2026 • Quinta-feira
Wemerson Ferreira - ISA ENERGIA BRASIL
Foi para enfrentar esse problema de forma estrutural que nasceu o Potência Máxima: um processo contínuo de diagnóstico, monitoramento e priorização de ações nos ativos de automação. Mais que uma ferramenta, é um modelo de gestão orientado por dados, que utiliza métricas permanentes, análise de tendências e uma matriz que conecta sintomas a causas prováveis. Assim, substitui a atuação reativa por decisões preventivas, preditivas e padronizadas.
Os resultados já são concretos: em um ano, os equipamentos com baixa performance caíram de 30% para 26%, com economia direta projetada de R$ 2,8 milhões até 2028.
A reflexão final é simples: estamos reagindo às falhas ou gerenciando, de forma estruturada, as causas da perda de performance da função automação em nossas redes?
Lucas Sales e Sávio Aires - Energisa
Bruno dos Santos - EDP
A substituição dos trechos danificados apresentou vários desafios às equipes de linhas e Telecomunicações, desafios esses que serão detalhados durante a palestra.
Luiz Geraldo Gomes Rios - Axia Energia
Karina Cunha - SGBH
Julia Guerra – Cepel
Eduardo Honorato - NovaRed
Com essa combinação de tecnologias, parcerias e inovação aplicada, a companhia fortalece sua infraestrutura de conectividade, tornando-a mais robusta e preparada para o crescimento acelerado de dispositivos IoT na rede elétrica, além de promover uma experiência superior para os clientes.
Alan Macieira - Neoenergia
Iremos compartilhar solução tecnológicas orientadas ao negócio, sendo que a conectividade garante um diferencial estratégico para o negócio, além de ferramentas e iniciativas que suportam o negócio de transmissão de energia, com uma visão de futuro para essas soluções.
Rafael Vieira da Silva Ferreira - Taesa
A solução já apresenta resultados concretos no apoio à operação, com maior eficiência na análise de eventos da rede, melhoria na assertividade de ações de campo e otimização do uso das informações do AMI. Os ganhos incluem redução de retrabalho, melhor direcionamento de equipes, aumento da confiabilidade da rede e criação de base tecnológica para novos serviços digitais. O projeto demonstra forte potencial de replicação e monetização, caracterizando-se como uma iniciativa estratégica de inovação aplicada em telecomunicações e tecnologia operacional.
Carolina Cândida de Oliveira - CEMIG
A iniciativa implementa uma tarifa horo-sazonal-locacional aplicada a uma amostra real de consumidores residenciais e comerciais, apoiada por smart meters com conexão via Bluetooth e integração a uma plataforma digital dedicada. O aplicativo “Minha Energia” permite ao cliente acompanhar seu consumo ainda dentro do ciclo de faturamento, mesmo sem uso de dados móveis, ampliando transparência, autonomia e capacidade de decisão. Trata-se de uma solução acessível, de baixo custo e alto impacto, que conecta medidor, telecom e experiência digital em um único ecossistema.
Mais do que testar uma nova tarifa, o piloto inaugura um novo modelo de relacionamento: dados em tempo real, comunicação ativa e incentivo ao consumo consciente. É um laboratório vivo de inovação, capaz de gerar aprendizados regulatórios, eficiência operacional e valor direto ao cliente, consolidando um marco na digitalização da distribuição de energia.
Ana Kelly – Equatorial
Rogério Diógenes - NEPEN
Esta apresentação compartilha a evolução do trabalho da CPFL, que iniciou seus ensaios em ambiente controlado e agora avança para resultados e aprendizados alinhados às condições de produção de seu projeto de AMI (B Smart). O objetivo central é demonstrar como a CPFL tem avançado na implementação e validação da interoperabilidade baseada no protocolo Wi-SUN 1.0, avaliando o desempenho da comunicação, a compatibilidade entre dispositivos multivendor e a aderência aos requisitos técnicos definidos pela empresa.
A experiência acumulada reforçou três pilares que vêm norteando a estratégia da CPFL:
1. Especificações técnicas robustas e claras; 2. Pontos de controle no processo de homologação; e 3. Sustentabilidade e mitigação de lock-in de fornecedores.
Os resultados obtidos até o momento mostram avanço consistente na taxa de sucesso de comandos básicos, maior estabilidade da comunicação e crescente aderência às especificações. Esses achados oferecem subsídios importantes para as distribuidoras e fornecedores na construção de estratégias mais seguras, escaláveis e sustentáveis para a implementação do AMI no Brasil.
Vinicius De Paula Arruda e Gabriel Henrique Cremasco – CPFL Energia
Em um contexto de pressão por eficiência, qualidade de serviço e maior resiliência da infraestrutura, a capacidade de entender a condição real da rede e priorizar investimentos com precisão torna-se um diferencial competitivo.
Como exemplo prático, apresentaremos o projeto SISDRONE da Energisa, que utiliza drones para digitalizar a inspeção de ativos em larga escala, ampliando a cobertura da rede, aumentando a segurança operacional e criando uma base estruturada de dados que permite decisões mais rápidas e fundamentadas sobre manutenção e planejamento.
A partir dessa base digital, a aplicação de inteligência artificial permite transformar imagens e dados de campo em insights operacionais acionáveis, como classificação de criticidade de ativos, priorização de intervenções e antecipação de falhas. O resultado é uma operação mais previsível, com melhor alocação de recursos, menos intervenções emergenciais e maior confiabilidade do sistema elétrico.
O painel busca compartilhar aprendizados dessa jornada e provocar o setor sobre o próximo passo da transformação: utilities que conseguirem transformar dados em decisão consistente tendem a operar melhor, investir com mais eficiência e abrir espaço para novos modelos de colaboração e geração de valor no ecossistema de energia.
Silas Langsdorff e Rosana Pereira - Energisa
Jennifer Karlsson - ARQION
Jefferson Alberto Souza dos Santos - EDP
André Ribeiro e Gabriel Pierre – Netcon Américas
Albino Lopes Neto - Nokia
Mediação: Raphael Pereira - CTO da Shield
Bruno Macena - Energisa
Geraldo Fonseca - ONS
Luiz Felipe Pamplona - Energy Future - ShieldSec
André Fregolente - Hexagon
Vinicius Andretta Cardoso de Paula -ConnectoWay/Huawei
Esta sessão analisa como interrupções podem surgir tanto de eventos físicos quanto de incidentes digitais e como os mesmos fundamentos de visibilidade ajudam a mitigar ambos os riscos. Discutiremos as melhores práticas para fortalecer a resiliência operacional por meio do mapeamento preciso de ativos, da aplicação de segurança no nível do dispositivo e da maior coordenação entre as equipes de rede, de segurança e de campo. Ao combinar inteligência contextual de dispositivos com firewalls e fluxos de trabalho operacionais, as utilities podem reduzir o raio de impacto de incidentes e acelerar a análise de causa raiz.
Os participantes aprenderão:
• A interseção entre eventos climáticos e ciberataques em redes modernas;
• Lacunas de visibilidade que atrasam a resposta e aumentam o risco operacional;
• Melhores práticas para controle de ativos em redes distribuídas;
• Como o contexto do dispositivo fortalece a segmentação e a segurança;
• Métodos para agilizar o diagnóstico e o restabelecimento do serviço.
Felipe Mahatma - Onelayer
Ítalo Musacchio -Nansen
Vamos explorar como a inovação tecnológica pode ser integrada à realidade das infraestruturas de energia, abordando o papel da integração de sistemas como elemento fundamental para a conversão da complexidade técnica em governança e eficiência operacional, garantindo a continuidade dos serviços em ambientes de comunicações críticas.
Fábio Lisboa - Alcon+Kofre
Esta palestra exemplifica algumas possibilidades e traz resultados a través da simulação de ataques muito conhecidos em uma subestação europeia, como ataques a subestações da Ucrânia ou explorando vulnerabilidades conhecidas de IEDs (Dispositivos Eletrônicos Inteligentes). Toda esta simulação é aplicada a uma subestação IEC 61850, onde um dispositivo IDS desenvolvido para sistemas IEC 61850 detecta e alarma todos os eventos de intrusões que poderiam ser reportados para sistemas SOC (Security Operation Centers) de diversas formas.
As subestações possuem potenciais vetores de ataques cibernéticos. Se um invasor for capaz de influenciar uma ou mais subestações, isso pode ter consequências graves para o sistema elétrico. Portanto, medidas eficazes de segurança cibernética devem ser implementadas, não só nos centros de controle, mas também em subestações. Para subestações IEC 61850, uma abordagem para detecção de intrusão está disponível, a qual baseia sua configuração atrelada ao poder da linguagem de programação SCL (Substation Configuration Language) dos IEDs. A experiência com a simulação de ataques em uma subestação explorada neste trabalho exibe os eventos detectados no idioma dos engenheiros de PAC (Proteção, Automação e Controle) e, assim, oferece a vantagem de que engenheiros de PAC e de TI possam trabalhar juntos para encontrar a causa dos eventos como por exemplo o ramsonware que afetou a empresa brasileira de energia Light em 2020.
Abordagem de Monitoramento de Redes em atendimento ao submódulo 2.11 dos procedimentos de rede do ONS também será contemplada nesta palestra, com aplicações e experiências reais.
João Jorge - Omicron
Richard Cruz - Byne
Brazil 450MHz Power Industry Cases Sharing – Utility
450MHz Technical White Paper Release – Gosta Kallner
Panel Discussion – In the background of allocating 450MHz spectrum to public utilities in Brazil jointly discuss how to address the pain points and challenges faced by electric power companies by building a 450 MHz private wireless network; how to enabling the business, economic ena technical value of electric power companies. Highlight the importance and necessity of building private wireless network and suggest more electric power companies to build private wireless network.
Moderador: Marcelo Araujo (CIGRE/AXIA)
Gosta Kallner - 450 Alliance
Takeshi Ikeda - ANATEL
Sandro B. Oliveira - CEMIG
Evaldo Baldin - CPFL
Joao Carlos - CIGRE Brazil
Pablo Betancur - Huawei
Zhou Haojie - Huawei
Marlon Menezes - Populos
Rafael Diniz David - CPFL
Bruno Gonçalves de Souza - EDP
Vinicyus Cesar de Lima – Equatorial
William Souza - Cemig
Eugenio Mrozinski Neto - Hughes
Aparecido Mendonça - Hughes
Nesta palestra, serão explorados desafios enfrentados pelas utilities sob o aspecto de uma jornada de digitalização, desde a visibilidade de ativos, integrações e processos até a proteção de infraestruturas críticas contra ameaças cada vez mais sofisticadas. Também será apresentada uma abordagem estratégica para construção de arquiteturas seguras, resilientes e preparadas para o futuro, com foco em governança, segmentação, monitoramento contínuo e resposta a incidentes.
Uma visão prática de como alinhar inovação, continuidade operacional e cibersegurança para sustentar a evolução do setor.
Deyvid Lira - Logicalis
Mas a governança não evolui no mesmo ritmo.
Em infraestrutura essencial, IA não é apenas tecnologia, é infraestrutura decisória.
Com governança, há sustentabilidade, resiliência e confiança.
O foco deixa de ser técnico e passa a ser estratégico.
A vantagem competitiva estará não em quem adota IA primeiro, mas em quem a governa melhor.
Alexandre Murakami - TRIPLA
Vinicius Martins - Landis+Gyr
Leonardo Ferreira - Cisco
Nesta palestra, será apresentado como a Claroty permite a construção de um inventário completo e preciso de ativos industriais utilizando abordagens inovadoras que eliminam a necessidade de hardware adicional em campo.
Os participantes entenderão como é possível identificar dispositivos, comunicações, versões de firmware, topologias e níveis de criticidade operacional de forma escalável e segura — reduzindo impacto na rede, acelerando o deployment e otimizando investimentos.
A sessão também abordará como essa visibilidade abrangente serve como base para gestão de vulnerabilidades, segmentação segura, detecção de ameaças e priorização de riscos com foco no negócio, fortalecendo a resiliência das infraestruturas críticas.
Alexandre Rodrigues - CLAROTY
Nesta apresentação,falamos como a integração entre private Wireless, redes ópticas, proteção e automação torna possível acelerar a modernização da rede, suportar a expansão de DERs, veículos elétricos e microrredes, além de reduzir indicadores como SAIDI/SAIFI e fortalecer a cibersegurança OT.
Comunicação crítica não é apenas suporte — é o pilar da rede inteligente descarbonizada que estamos construindo agora.
Flavio Hott – GE Vernova
Mas o cenário está mudando novamente. A nova geração de ameaças não se limita a ransomware ou ataques tradicionais a redes OT. Ela envolve ataques potencializados por Inteligência Artificial, manipulação de modelos preditivos e sistemas de despacho, comprometimento de cadeias de fornecimento digitais, e o avanço da computação quântica, que ameaça os fundamentos da criptografia aplicada, comumente adotada para proteger as comunicações industriais
Organizações globais como o NIST já avançam em padrões de criptografia pós-quântica, enquanto frameworks como os da IEC reforçam a necessidade de segurança robusta para ambientes industriais. A pergunta estratégica para utilities no Brasil é clara: estamos preparados para proteger ativos com ciclo de vida acima de 20 anos contra ameaças que já estão em desenvolvimento hoje?
Nesta apresentação, abordaremos:
∙ Como a IA está transformando tanto a defesa quanto o ataque em ambientes OT
∙ O impacto real da computação quântica na segurança de infraestruturas críticas
∙ O risco de “harvest now, decrypt later” em dados sensíveis do setor
∙ Como construir uma arquitetura resiliente, com foco em crypto-agility e Zero Trust industrial
∙ Um roadmap prático para preparar utilities brasileiras para a próxima década
Yanis Cardoso Stoyannis - Ericsson ERICSSON
A proposta não substitui equipes humanas. Ela amplia sua capacidade analítica por meio de uma plataforma cognitiva com governança formal, rastreabilidade e humano no loop decisório.
Escopo:
• Segurança como Jornada Estruturada
• Modelagem de Contexto e Risco em CPS
• Consolidação de Exposição e Governança Técnica
• Monitoramento Contínuo Integrado
• Investigação Estruturada e Resposta Orientada
• Arquitetura Cognitiva para Ambientes Distribuídos
• Casos Técnicos – Setor de Energia
Thiago Branquinho - TI SAFE
Gregório Oliveira - TELETEX
Além disso, apresentaremos um panorama internacional que mostra como transmissoras e distribuidoras nos Estados Unidos e Europa já avançam fortemente em digitalização, fornecendo referências práticas e lições aplicáveis ao contexto brasileiro.
Bernardo Fernandes - Siemens
A iniciativa representa um marco regulatório na estruturação da cooperação público-privada em cibersegurança, promovendo o compartilhamento de informações estratégicas sobre ameaças, vulnerabilidades e incidentes, alinhando práticas internacionais às especificidades brasileiras e foco especial em setores de infraestruturas críticas como energia, telecomunicações, transporte e saúde.
Ele se insere em um contexto de crescentes complexidade e sofisticação das ameaças cibernéticas e da necessidade de mecanismos regulatórios que incentivem a cooperação setorial e multissetorial.
A formação dos ISACs é vista como mais um passo para transformar a postura defensiva em uma estratégia de inteligência coletiva compartilhada, para elevar a resiliência cibernética e evitar riscos exponenciais e sistêmicos, com o alinhamento de práticas internacionais às especificidades brasileiras.
Luiz Fernando Moraes da Silva - GSI
Sérgio Ribeiro Leite - ANEEL
Juliana Reis – ISA Energia
Hugo Mendonça - Hitachi
Vivian Marcello - CPFL
Ernest W. Wohnig - Minerva Institute for Industrial AI/AS
a) Comunicação entre Subestações: Uma análise segundo a norma IEC 61850-90-1 (Tunneling / Proxy Gateway).
b) Desafios de Implementação: Os principais obstáculos na comunicação entre subestações em ambientes modernos.
c) Soluções e Estratégias: Como superar os desafios técnicos na transição para redes de pacotes.
d) Casos Práticos: Apresentação de testes reais e casos de sucesso no setor.
Ricardo Alencar - Hitachi Energy
Rafael Pinto Prata - ANATEL
Dane Marcos Avanzi – Grupo Avanzi
Alberto Boaventura - CPQD
Nesta palestra, apresentaremos uma abordagem de segurança OT fundamentada na norma ISA/IEC 62443 e seus pilares de Visibilidade, Riscos e Governança.
Thiago Tomal - NTT DATA
Thiago Roldão Pinheiro Costa – Unify Mitel
Fábio Maki Yamashiro - CPQD
Nesta palestra, a CelPlan apresenta um framework prático de topologias de implementação de IA para utilities, explorando desde as arquiteturas analíticas e preditivas até modelos operacionais. Serão discutidos os caminhos de evolução, os principais desafios técnicos e regulatórios, e os critérios que orientam escolhas sustentáveis ao longo da jornada digital.
Com exemplos, o público compreenderá como estruturar ambientes de dados, analytics e automação capazes de transformar informação em ação, gerar eficiência operacional, reduzir riscos e sustentar a inovação em ambientes críticos e regulados.
Ao final, os participantes terão uma visão clara sobre como alinhar tecnologia, operação e estratégia para construir uma base sólida de Inteligência Artificial nas utilities.
Thiago Zanin - CELPLAN
Esta sessão mostrará como transformar esse caso real em ações práticas, destacando:
• quais deficiências no ambiente da Polônia permitiram que o ataque fosse bem sucedido;
• como medidas simples poderiam ter sido tomadas para dificultar a atuação dos ciberatacantes;
• quais tecnologias poderiam ter sido implementadas para minimizar os riscos.
A participação nesta sessão permitirá refletir sobre como vulnerabilidades semelhantes podem existir em outras infraestruturas e quais medidas práticas podem ser adotadas para reduzir a exposição e fortalecer a resiliência operacional
Roberto Suzuki -Fortinet
Thiago Dizotti Lourenço, Renato Teodoro Tocaxelli e Alexandre Parra Freire Cavalcante - TIVIT
Angelo Braga - VS DATA
Também serão discutidos impactos em continuidade do fornecimento, redução de custos operacionais e aumento da segurança energética. O objetivo é demonstrar como a convergência entre energia e telecomunicações habilita um novo paradigma de proteção inteligente, escalável e orientada por dados.
Rodney Rick - INATEL
20 Março, 2026 • Sexta-feira
Eduardo Campaner - Axia Energia
Karen Liou - Hikivision
Juliana Reis - ISA ENERGIA BRASIL
A iniciativa estabelece um hub de conectividade e serviços no campo, habilitando desde comunicação confiável em cenários de contingência até a realização de serviços financeiros diretamente pelas equipes operacionais, por meio da integração com a fintech do grupo. Como resultado, houve ampliação de cerca de 9% na área de cobertura de comunicação, redução de custos operacionais e de compensações regulatórias, aumento da arrecadação do conjunto elétrico e evolução na jornada operacional dos eletricistas, consolidando a conectividade como vetor de eficiência, serviço e geração de valor na última milha da operação da utility.
Rosana Pereira e Thiago Martinelli - ENERGISA
Ao longo das últimas décadas, essa conectividade foi construída de forma evolutiva, refletindo diferentes momentos regulatórios, tecnológicos e contratuais. O cenário atual caracteriza-se por elevada complexidade: múltiplos circuitos dedicados, diversidade de provedores de telecomunicações, arquiteturas regionais heterogêneas e distintos níveis de maturidade tecnológica entre os Agentes. Convivem infraestruturas IP modernas com interfaces legadas de voz e dados, exigindo mecanismos robustos de redundância, monitoramento fim a fim, gestão de disponibilidade e controles crescentes de cibersegurança em ambientes integrados de TI e TO.
Embora o modelo vigente assegure elevados níveis de continuidade operacional, ele impõe desafios relevantes relacionados à padronização nacional, escalabilidade, governança técnica unificada e eficiência na gestão de contratos e serviços críticos. A fragmentação arquitetural tende a ampliar custos de coordenação, dificultar evolução tecnológica homogênea e elevar a complexidade de gestão de riscos sistêmicos.
Diante desse contexto, emergem iniciativas de modernização que apontam para maior convergência tecnológica e estrutural. Destacam-se a evolução das soluções de voz para arquiteturas baseadas em SIP, o fortalecimento de padrões nacionais de conectividade e a discussão sobre a estruturação de uma rede nacional coordenada para os Agentes, com foco em resiliência, padronização e segurança cibernética.
A agenda futura das telecomunicações que suportam a operação do SIN sinaliza um novo ciclo de transformação: da conectividade fragmentada para uma arquitetura mais integrada, governável e preparada para sustentar um sistema elétrico cada vez mais dinâmico, digital e distribuído.
Antônio José Alegria Filho e Markus Peltz Lunkes Hahn Barbosa - ONS
Thiago Matarazzo - LIGHT
Nesta palestra, Ricardo Tavares, da GEMINA Cybersecurity e Alexandre Freire da NOZOMI Networks, ambos especialistas em segurança de infraestrutura crítica, apresentarão de forma prática como agentes de IA podem executar etapas reais de um ataque cibernético contra ambientes energéticos, desde o reconhecimento do ambiente até a identificação de caminhos com potencial impacto operacional.
A demonstração evidencia como a automação cognitiva permite que ataques evoluam em velocidade e escala inéditas, reduzindo o tempo entre a intrusão digital e consequências físicas, como interrupções operacionais, perda de visibilidade de processos e risco à continuidade do fornecimento de energia.
Mais do que explorar técnicas ofensivas, a apresentação mostra o impacto estratégico dessa mudança: defesas projetadas para ataques humanos tornam-se insuficientes diante de adversários capazes de aprender, correlacionar dados industriais e ajustar ações em tempo real.
Ricardo Tavares – Gemina
Alexandre Freire - Nozomi
O modelo tradicional, baseado em enlaces dedicados e configuração estática de rotas, atendeu aos requisitos históricos de disponibilidade. Entretanto, a crescente demanda por visibilidade fim a fim, orquestração centralizada, segmentação lógica rigorosa e adaptação dinâmica a falhas evidenciou limitações estruturais em termos de escalabilidade e complexidade operacional.
A adoção de uma arquitetura SD-WAN representou a transição de um paradigma baseado em caminhos fixos para um modelo orientado por políticas, inteligência de tráfego e controle centralizado.
A nova arquitetura foi concebida com os seguintes princípios de engenharia:
• Segmentação lógica rigorosa entre domínios operacionais e corporativos
• Redundância total por site, com dupla operadora e enlaces fisicamente independentes
• Utilização combinada de MPLS e Internet como underlays complementares
• Overlays diferenciados por criticidade (missão crítica, corporativo e Internet)
• Topologia full-mesh entre Centros de Operação
• Ambiente de DMZ com site primário e disaster recovery
O overlay da Rede de Operação prioriza MPLS para previsibilidade de latência, com fallback automático para Internet em contingência total. A rede corporativa utiliza Internet como underlay primário com backup em MPLS, equilibrando custo e desempenho. A saída para Internet adota breakout local com políticas centralizadas de segurança.
Além do desenho arquitetural, o projeto estruturou-se em fases críticas para garantir continuidade operacional:
1. Ambiente piloto e validação funcional
Testes controlados de failover, simulação de degradação de enlaces, validação de segmentação e avaliação de latência para aplicações sensíveis.
2. Plano de migração gradual
Implantação paralela à rede existente, com estratégia de coexistência temporária e rollback planejado.
3. Testes de resiliência e cenários de contingência
Simulação de falhas simultâneas de operadoras, indisponibilidade de site e validação de convergência automática.
4. Cutover controlado por domínio de criticidade
Priorização de serviços não críticos antes da migração da Rede de Operação.
5. Operação assistida (hypercare)
Monitoramento intensivo pós-ativação, ajustes finos de políticas e otimização de desempenho.
Os principais resultados observados incluem:
• Maior previsibilidade de comportamento em cenários de falha
• Redução de complexidade de gestão WAN
• Visibilidade centralizada de tráfego e desempenho
• Agilidade no provisionamento de políticas
• Base arquitetural preparada para integrações futuras
A experiência demonstra que a adoção de SD-WAN em ambiente de missão crítica exige abordagem estruturada de engenharia, testes extensivos e governança rigorosa de migração. Mais do que modernização tecnológica, trata-se de mudança de paradigma operacional: a rede deixa de ser apenas meio de transporte e passa a atuar como plataforma inteligente, resiliente e orientada por políticas para sustentação de infraestrutura crítica nacional.
Juliana Ferreira dos Santos - ONS
Adrian Grilli – EUTC
Brett Kilbourne – UTC
Gosta Kallner – 450M Alliance
David He Qiang – Cigrè D2/62
Sidney Azeredo Nince - Anatel
A evolução da manutenção tradicional para a manutenção inteligente é essencial para Utilities lidarem com ativos críticos, pressão regulatória e eficiência operacional. Essa jornada começa com uma base sólida de gestão de ativos (EAM) e evolui para manutenção baseada em condição, preditiva e prescritiva, apoiada por Inteligência Artificial integrada aos processos. O IFS Cloud viabiliza essa transformação ao conectar ativos, pessoas e dados em uma única plataforma, unindo EAM, APM, FSM, otimização e inteligência operacional.
Com IA embarcada, é possível detectar anomalias, prever falhas, gerar ordens de serviço automaticamente, otimizar equipes de campo e fechar o ciclo do “sensor ao serviço”. O resultado é maior confiabilidade dos ativos, redução de falhas não planejadas, melhor uso da força de trabalho e uma gestão mais estratégica, auditável e orientada a valor.
José Felipe Kleine - IFS
Vinicius Moyano - INTERNATIONAL IT
Thiago Nascimento da Silva - TAESA
Nesse cenário, as telecomunicações assumem papel estratégico como elemento habilitador da eficiência e da confiabilidade do sistema elétrico, permitindo a redução dos tempos de interrupção por meio de comandos remotos, além da diminuição da necessidade de despacho de equipes para intervenções locais.
Alinhado a essa visão, o Grupo CPFL Energia atua continuamente na expansão, evolução e sustentação de suas redes de telecomunicações. Como parte dessa estratégia, destaca-se o Plano de Resiliência da Infraestrutura de Telecomunicações, objeto deste trabalho, que estabelece diretrizes e ações voltadas à sustentabilidade e robustez desse ativo crítico para as operações da companhia.
Assim, este artigo tem como objetivo apresentar o conjunto de iniciativas que compõem esse plano, evidenciando as soluções implementadas, os investimentos realizados e as estratégias adotadas para o fortalecimento da resiliência da infraestrutura de telecomunicações no contexto da distribuição de energia elétrica.
Raphael de Matos Alves de Lima e Rafael Diniz David - CPFL Energia
O retificador híbrido atende todos os níveis de tensão (48/24/12 Vcc e 220 Vca estabilizado) e integra módulo fotovoltaico, ampliando a autonomia em falhas de fornecimento de energia.
Ambas as soluções convergem em uma plataforma padronizada com supervisão centralizada de fontes e circuitos, simplificando manutenção, agilizando o diagnóstico remoto e elevando a disponibilidade dos sites de telecom da distribuidora.
Diogo Candido - EDP
Lucas Paiva e Celso Lima – ARGO Energia
Rodrigo Salustiano - EDP
Marcos Vieira Baeta Neves – ANATEL
Yona Lopes - Universidade Federal Fluminense
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