Compartilhar:
O EVENTO COMEÇA EM:
0
0
0
0
Days
0
0
Hrs
0
0
Min
0
0
Sec
UTCAL Summit 2026

Tecnologias de Telecomunicações e Automação para Utilities

Educação, treinamento, debates e networking em um encontro essencial para o setor de utilities. Venha se atualizar sobre as tecnologias mais recentes, políticas públicas e conecte-se com profissionais da indústria.

Para otimizar a entrega de energia, gás, água, etc., nossas utilities dependem de telecomunicações e tecnologias inteligentes, desenvolvidas e mantidas por profissionais qualificados e fornecedores inovadores.

O UTCAL Summit 2026 atenderá às expectativas de utilities, fornecedores e consultores, oferecendo painéis, workshops e palestras. Conecte-se com decisores da indústria e aproveite eventos paralelos como prêmios, jantares e coquetéis, enquanto fortalece sua rede na praia da Barra da Tijuca.

UTCAL Summit 2026

O UTCAL Summit 2026 promove o encontro de Concessionárias de Serviços Públicos com Reguladores, Governo, Centros de Pesquisa, Empreendedores, Indústria, Fornecedores e os principais especialistas nacionais e internacionais.

UTCAL Summit 2026

Programa Educacional

  • Tecnologias de Telecom e Automação;

  • Transformação Digital;

  • Necessidades de espectro;

  • Novos Modelos de Negócio para a implantação de telecomunicações;

  • Colaboração;

  • O impacto do Big Data em nossas redes de telecomunicações;

  • Definição de Requisitos de Smart Grid;

  • Cybersecurity;

  • Infraestrutura e integração de IT/OT;

  • Experiências e Cases;

  • Especialistas Internacionais;

  • Compartilhamento de Infraestrutura.

  • Inteligência Artificial para Utilities.

UTCAL Summit 2026

Prêmios

Premio ALTA 2026

ALTA

Com a proposta de incentivar a excelência nos serviços e a busca por inovações, a UTC América Latina (UTCAL) concede, desde 2015, o Prêmio ALTA — América Latina Telecom Award. O reconhecimento é conferido à empresa (membro efetivo/utility) que apresentou, ao longo do último ano, projeto de excelência de serviços e soluções, tendo em vista o uso de inovações tecnológicas em prol da sociedade.

Para mais informações sobre sua participação e inscrição, consulte os documentos abaixo.
Informações sobre o prêmio ⇾
Ficha de inscrição ⇾

Premio Destaque 2026

DESTAQUE

Permeadas por discussões técnicas e pela apresentação de inovações no segmento das utilities, as palestras são momentos esperados por empresas, integrantes de concessionárias e players de setor durante o UTCAL Summit 2026. Por isso, desde 2022, a UTC América Latina entrega o Prêmio Destaque ao palestrante preferido do público.

Os Summits em números

+0
Participantes
+0
Empresas
+0
Representantes do Governo
+0
Países
UTCAL Summit 2026

Características do Evento

Ambiente de troca de conhecimentos onde são compartilhadas as diferentes visões, soluções e casos de sucesso brasileiros e internacionais.

  • Forte presença das Concessionárias (2025 – mais de 1000 especialistas, sendo aprox. 50% das utilities);

  • Conteúdo internacional (presença dos principais especialistas dos EUA, Europa e América Latina);

  • Grande troca de experiências entre os participantes;

  • Aberto e livre: sem direcionamento para uma solução técnica específica ou fornecedor;

  • Workshops Pré conferência;

  • Um dia dedicado exclusivamente a plenárias e debates com especialistas;

  • Simpósios sobre temas de maior interesse;

  • Três dias de palestras e eventos técnicos abordando temas específicos, relacionados aos assuntos propostos pelas comissões temáticas;

  • Três dias de exibição com estandes de Patrocinadores para que os expositores demonstrem suas soluções.

  • Entrega do Prêmio ALTA (Distribuição e Transmissão) – América Latina Telecom Award aos vencedores;

  • Entrega do Prêmio DESTAQUE – Para os vencedores das três melhores apresentações técnicas do Summit;

  • Oportunidades de networking – Business suites para patrocinadores.

Realizado no excelente Centro de Convenções do Windsor Barra Hotel, Rio de Janeiro, RJ.

UTCAL Summit 2026

Temário

  • IA aplicada ao setor de utilities

  • Armazenamento/Baterias

  • Autogeração e geração distribuída

  • Mudanças climáticas – impacto na gestão do setor

  • Hidrogênio verde

  • Tecnologias emergentes

  • Transformação digital

  • ADMS (Sistema de Gestão de Distribuição Avançado)

  • Evolução das redes privativas

  • Uso da IA em ataques às redes de telecom

  • Segurança física e cibernética – desafios contínuos

  • Conectividade via satélite – uma nova alternativa para as utilities / Non Terrestrial Networks (NTN)

  • Novas soluções para redes de fibras ópticas

  • Compartilhamento de infraestruturas – novos caminhos?

  • Temas regulatórios

  • Sistemas de medição inteligentes

  • Data analytics

O evento em 2026

UTCAL Summit 2026, será novamente o ponto de encontro, onde serão discutidos os principais problemas e soluções pelos profissionais das Concessionárias de Serviços Públicos no que se refere aos sistemas de telecomunicações e suas aplicações.

Segurança, Cyber e Fisica
IT/OT – Tecnologia da Informação e Tecnologia Operacional (ou de Automação)
Desafios da Geração Distribuida
Fibra, Broadband e Compartilhamento
Telecom para Modernização da Rede e Data Analytics
Regulamentação, Politicas Públicas e Defesa das Utilities

Palestrantes

Confira a lista de confirmados

Realizado pela UTC América Latina, entidade sem fins lucrativos, o UTCAL SUMMIT tem como seu principal objetivo promover a aproximação e o debate das questões-chave para as telecomunicações das Utilities da América Latina.

Nome Palestrante

Empresa

Nome Palestrante

Empresa

Nome Palestrante

Empresa

Nome Palestrante

Empresa

Nome Palestrante

Empresa

Programa 2026

Grade de Palestras

O programa oficial do evento ainda está em continuo desenvolvimento e poderá sofrer alterações a critério da coordenação.

17 Março, 2026 • Terça-feira

17 de Março
10:00 às 12:30 – MONTAGEM
14:00 às 18:00 – WORKSHOP NOKIA
Construindo uma Rede Elétrica Resiliente por meio de Conectividade de Missão Crítica: Da Conectividade de Campo Sub-GHz à Convergência da Infraestrutura Central.

Sessão – Parte 1
• Título: Uma Infraestrutura IP Unificada para Operações Convergentes de TI e OT na Rede

Palestrantes: Vanessa Vieira, Dominique Verhulst, Leandro Cunha e Erick Santim

Sessão – Parte 2
• Título: Redes Privativas Sub-GHz para Empresas de Energia Elétrica: Arquitetura, Cobertura e Aplicações de Missão Crítica

Palestrante: Alexandre Vallejo, Matheus Barreto e Leonardo Finizola (Qualcomm)
10:00 às 12:30 – MONTAGEM
14:00 às 18:00 – WORKSHOP CISCO
Utilities precisam de uma arquitetura integrada, resiliente e observável — Jornada Cisco da Subestação ao SOC/NOC

1. Cenário atual: Explosão de IoT, Data, AI e OT – Tempo (10 min)
- Transformação Digital nas Utilities
- Introduçao rapida do PORQUÊ/COMO
- Palestrante: Vagner Ramos

2. Arquitetura Cisco Validation Design for Digital Substation + Cybervision + ISE/Firewall (Macro/Micro Segmentação) – Tempo (60 min)
- Palestrantes: Severiano Macedo e George Almeida

3. Resiliência e flexibilidade na WAN OT/TI – Tempo (75min)
- Underlay IP-MPLS/SR+RON, Overlay SD-WAN OT “Starlink”
- Palestrantes: Alessandro Montelato , Leonardo Pereira e Thiago Ferreira

4. Observabilidade e Segurança com Splunk para OT/IT – Tempo (60min)
- SOC/NOC/BOC Next-Generation - telling story com integraçao com CyberVision / ThousandEyes
- Análise de Fraudes no setor eletrico – SPLUNK como BOC-Businesss Operation Center
- AI CANVAS / AI DEFENSE
- Palestrantes: Charles, Carlos Barroso, Fabiano Freitas e George Almeida

5. Transformação Digital nas Utilities - Tempo (15min)
- Conclusão com a visão Cisco One
- Palestrante: Vagner Ramos
10:00 às 12:00 – Reunião do Global Advisory Committee – Evento Privado
14:00 às 18:00 – Workshop Técnico Ericsson - Redes para Utilities
Entenda como redes programáveis e de alto desempenho estão revolucionando a conectividade de operações de missão crítica nas utilities — com segurança, confiabilidade, escalabilidade e resiliência para ganhar eficiência, reduzir custos e avançar na transição energética e na transformação digital.

Acompanhe conosco:

Panorama global de utilities: Principais tendências e movimentos internacionais.
• Andrea Faustino
• Michael Carey

Insights da Distributech 2026 - Destaques do evento e aplicações para o Brasil
• Andrea Faustino
• Michael Carey

Customer cases: Casos de referência de utilities ao redor do mundo, com resultados e aprendizados.
• Andrea Faustino
• Michael Carey

Soluções de transporte Ericsson: Arquiteturas e resiliência para operações críticas.
• Fabiano Chagas

Inovação Digital em Utilities sob a Ótica da Resilência e Segurança Digital: IA, IoT, Gêmeos Digitais e Edge Computing como Vetores Estratégicos de Risco e Competitividade.
• Yanis Cardoso Stoyannis

Demonstração ao vivo LARS: Acompanhe uma demonstração do sistema de Realidade Aumentada e IA para assistência remota e manutenção em campo.
• Karam Tikieddine
14:00 às 18:00 – Assembleia Geral Ordinária – Evento Privado

18 Março, 2026 • Quarta-feira

18 Março
09:00 – Solenidade de Abertura

A cerimônia de abertura recepcionará todos os delegados e marcará o início do evento. O chairman da UTCAL e seus parceiros tecnológicos, juntamente com representantes de órgãos reguladores e empresa anfitriã darão as boas-vindas a todos os presentes.

Allyson Gomes – Gerente Executivo de TI - Taesa
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
Rodrigo Uchoa - Cisco
Sérgio Ribeiro Leite - Assessor Técnico da Diretoria - ANEEL
09:30 – Tecnologias Emergentes

As empresas de missão crítica estão constantemente buscando inovações tecnológicas para garantir a eficiência, confiabilidade e segurança de suas operações. Algumas tendências tecnológicas estão moldando o cenário dessas organizações: Inteligência Artificial, Armazenamento de Energia, IoT, Blockchain, Realidade Aumentada e Virtual e Conectividade Avançada (5G) são algumas dessas tendências. A adoção dessas tecnologias leva as empresas de missão crítica a aumentarem sua resiliência operacional, garantindo a continuidade dos serviços e aprimorando a capacidade de enfrentar desafios emergentes em ambientes complexos e altamente regulados.

Moderador: Sergio Milani - Copel

Jimmy R. (Rusty) Williams – President & CEO - UTC
Rafael Moya – Gerente de Inovação - CPFL
Cristine Korowajczuk - Celplan
Daniel Senna Guimarães - SABESP
10:30 – Painel - Transformação Digital

A transformação digital nas utilities representa uma mudança fundamental na forma como as empresas de serviços públicos operam, interagem e entregam valor aos seus clientes. Esse processo envolve a incorporação de tecnologias inovadoras para otimizar operações, melhorar a eficiência e oferecer serviços mais personalizados.

Moderador: Allyson Gomes - Taesa

Sergio Milani - Superintendente de Projetos Especiais da Copel Distribuição
Heron Fontana – Diretor de Processos e Tecnologia - Neoenergia
Gustavo Valfré - CTO Energisa
Renier Souza – Diretor Engenharia e CTO - Cisco do Brasil
Paulo Humberto Gouvea - Diretor de Soluções Corporativas - TIM Brasil
12:00 – Atividades Conjuntas do UTC Global Advisory Committee

Rusty Williams – CEO UTC
Adrian Grilli – Technology Advisor - EUTC
Dymitr Wajsman – CEO UTCAL
12:30 – Almoço
14:00 – Abertura da Exposição
Moderador: Marco Pangos - Ubiik
15:30 - Estudo de Casos de Soluções para múltiplas filiais e Data Centers transportáveis.
Vão ser abordados casos como EACE e RNP, onde soluções não usuais e de logística avançada tiveram de ser usadas para atender localidades remotas, muitas vezes em grandes quantidades. Vamos mostrar como colocamos mais de um Data Center no meio da Amazônia e os métodos e sistemas usados para isto.

Alberto Pittigliani Junior - Q13
16:00 - Eficiência operacional e governança em utilities
Matheus Aguiar e Leonardo Nascimento - Populos
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
17:00 - Como o Grupo Equatorial reduziu custos, ganhou escala e transformou a BDGD em uma plataforma moderna de dados na AWS
Vinicius Souza – Grupo Equatorial
Leandro Florenzano - AWS
Moderador: Eduardo Campaner – Axia Energia
15:30 - A Segurança Cibernética Morreu — E a IA Está Decidindo Quem Sobrevive - Por que as defesas tradicionais colapsaram — e como a metodologia iCPS Cybersecurity redefine a proteção de infraestruturas críticas
A defesa em camadas, os SOCs tradicionais, os playbooks estáticos e as ferramentas baseadas em regras foram projetados para um mundo onde os ataques eram previsíveis. Esse mundo não existe mais.

Hoje, adversários utilizam inteligência artificial para automatizar reconhecimento, gerar malware polimórfico, criar engenharia social indistinguível da realidade e adaptar ataques em tempo real. A consequência é direta: o modelo tradicional de segurança entrou em colapso — especialmente em sistemas ciberfísicos (CPS), onde o impacto é físico, operacional e estratégico.

Esta palestra demonstra por que a segurança convencional não é mais suficiente e apresenta a metodologia iCPS Cybersecurity como uma nova arquitetura de defesa, centrada em inteligência contextual, aprendizado contínuo e automação decisória.

A Plataforma Safer surge como o núcleo tecnológico dessa transformação, consolidando contexto operacional, governança em tempo real e resposta automatizada com supervisão humana estratégica. Não se trata de adicionar mais ferramentas de cibersegurança, trata-se de mudar a lógica da defesa. Escopo:

• O Dia em que a Segurança Tradicional Parou de Funcionar
• Infraestruturas Críticas: Quando o Incidente Vira Evento Físico
• A Nova Lógica da Defesa: Inteligência no Centro
• Metodologia iCPS Cybersecurity: Arquitetura para Igualar a Batalha
• Plataforma Safer: O Cérebro Operacional da Defesa
• O Futuro: Segurança Autônoma Supervisionada

Marcelo Branquinho - TI SAFE
16:00 - Padronização da comunicação em redes Smart Grid
A transformação digital do setor elétrico está acelerando com a adoção de tecnologias que promovem eficiência, sustentabilidade e inteligência na gestão da energia. Nesse cenário, a interoperabilidade dos medidores inteligentes começa a ser debatida dentro das concessionárias de energia elétrica, como uma medida de flexibilidade para massificação. Diante deste cenário, a Landis+Gyr apresenta seu modelo de trabalho para alcançar a interoperabilidade favorecendo a inovação com liberdade de evolução dos fabricantes de forma independente.

Henrique Westphal - Landis+Gyr
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Wanderley Maia - UTCAL
17:00 - Intelligent Distribution Solution
Brazilian power grid is entering a new era with the free market enforcement and the distribution companies are facing three major challenges to solve high line losses, low grid reliability, and rapid development of new energy. The Intelligent Distribution Solution (IDS) use an Edge computing Unit that will allow DSOs to address all the challenges by achieving low voltage transparency, locating energy thefts, power outages in minutes, managing Distributed generation and helping to reduce SAIDI and SAIFI to improve DSO’s revenue. The IDS solution could be paired with the private LTE in 450Mhz to increase grid reliability, grid automation and reduce the DSO’s operational costs. Energy companies can optimize asset management, improve power quality and ensure a transition toward a more intelligent and sustainable grid.

Pablo Betancur - Huawei
17:30 - Conectividade e Cibersegurança para Infraestrutura Crítica
Infraestruturas críticas como energia, óleo e gás, mineração, saneamento e transporte dependem cada vez mais de redes industriais resilientes para operar 24/7 e, ao mesmo tempo, estão cada vez mais expostas a riscos cibernéticos com a expansão da conectividade e da convergência IT/OT. Nesta palestra, vamos mostrar como estruturar uma base de rede OT resiliente e segura, combinando disponibilidade, segmentação e governança para sustentar a digitalização sem comprometer a continuidade operacional.

Willian Rink e Danilo de Oliveira - SIEMENS
Moderador: Clóvis Baptista - UTCAL
15:30 - Do planejamento à implantação: a jornada da Copel à digitalização da distribuição elétrica com redes privativas em 450 MHz
A palestra apresenta a jornada de estruturação e implantação de uma rede privativa em 450 MHz como base para a digitalização da distribuição elétrica. Serão abordados o contexto de mercado, os desafios de automação e confiabilidade, os critérios técnicos que sustentaram a decisão pela rede própria e os impactos operacionais já percebidos. Um debate prático sobre como a conectividade se tornou elemento estratégico para os projetos de Smart Grid.

Ruan Gubolin Batista - Hughes
Bruno Xavier – Hughes
Sérgio Milani - Copel
16:00 - Cisco Digital Substation Infraestrutura resiliente + Visibilidade em redes missão crítica com Cybervision+SPLUNK
Severiano Macedo e Charles Retondaro - Cisco
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
17:00 - Next-Generation Optical Networks: QSN, Fiber Sensing, and Network Health & Analytics
Albino Lopes Neto – NOKIA
17:30 - Da Norma ao centro de controle: Como Frameworks de Cibersegurança se Conectam à Operação do Sistema Elétrico
Nesta palestra iremos explorar como frameworks globais e requisitos regulatórios se materializam no dia a dia operacional. A apresentação conecta NIST CSF, NERC-CIP e IEC 62443 com práticas reais de operação e monitoramento de ciber segurança e mostra onde os modelos convergem e onde surgem diferenças importantes.

Leonardo Moreira -Fortinet
Moderador: Eduardo Santos – Hitachi Energy
15:30 - Como identificar se um Risco pode efetivamente ser explorado nas Redes Operativas
Você está cansado de receber relatórios com mais de 10 mil vulnerabilidades no seu ambiente de OT? Tem dificuldade em identificar quais realmente representam uma ameaça concreta às operações e quais, de fato, impactam o negócio?

Nesta palestra, você entenderá como ir além da simples contagem de vulnerabilidades e passar a enxergar o que realmente importa: quais riscos são efetivamente exploráveis dentro das redes operativas e como priorizá-los com base no impacto ao negócio.

Será abordada a correlação entre exposição técnica, contexto de rede e criticidade operacional, permitindo diferenciar risco teórico de risco real. O objetivo é apoiar decisões mais estratégicas, otimizar recursos e fortalecer a proteção das infraestruturas críticas com foco no que realmente pode comprometer a continuidade operacional.

Felipe Ribeiro - Claroty
16:00 - Como construir uma arquitetura de segurança em Utilities conectando OT e TI
Nesta palestra será apresentada uma abordagem de segurança da informação estruturada como uma arquitetura integrada para ambientes de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (OT).

Abordaremos como a utilização do framework NIST, aliada a uma trilha de segurança e um modelo de maturidade, possibilita a conexão entre diferentes cenários operacionais, contribuindo para a redução da superfície de ataque e dos riscos aos quais o setor de utilities está exposto. Também discutiremos como a inovação, a digitalização e a adoção de smart grids trouxeram novos desafios para a proteção de ambientes de missão crítica, reforçando a importância de estratégias de segurança robustas e alinhadas ao negócio.

Heleno Fagundes - TELETEX
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Tom Luiz - Celplan
17:00 - Arquiteturas de missão crítica para Utilities: como redes privadas, Edge e IA podem redefinir confiabilidade e eficiência
Como as redes móveis privadas, combinadas a Edge Computing e IA, estão viabilizando operações mais seguras, resilientes e eficientes nas utilities — do campo à subestação — com ganhos mensuráveis em confiabilidade, segurança cibernética, eficiência operacional e sustentabilidade. A palestra traz um blueprint técnico de referência e casos práticos aplicáveis aos contextos regulatórios e operacionais de Brasil e América Latina, alinhado às principais tendências globais.

Andrea Faustino - Ericsson
17:30 - Quando Segurança Vira Estratégia: Quem Realmente Assume o Risco?
Quando a segurança deixa de ser apenas proteção e passa a influenciar decisões estratégicas, o risco assume um novo papel no negócio, especialmente na agenda do CIO. Nesse painel iremos debater como a gestão de riscos evolui do nível operacional para o board.

Luiz Paiva - ShieldSec
Julio Gomes – Iguá Saneamento
Moderador: Francisco Pires - PiresNet
15:30 - Fábricas de IA em Data Centers Privados nas Utilities
As Fábricas de IA em Data Centers Privados representam uma nova abordagem para as utilities do setor elétrico transformarem dados em inteligência operacional. Ao integrar infraestrutura própria, governança e modelos de IA em escala, essas fábricas viabilizam aplicações críticas como otimização da rede, manutenção preditiva, previsão de demanda e aumento da resiliência do sistema elétrico, com segurança, soberania de dados e aderência regulatória.

Sérgio Ruiz - NTT DATA
16:00 - IA Gerando Resultados em Utilities
A Inteligência Artificial está presente no nosso dia a dia, tanto na nossa vida pessoal, como nas organizações, entretanto várias empresas enfrentam o desafio de adoção e geração de resultados no uso de Inteligência Artificial. A apresentação vai endereçará as potencias áreas de adoção com resultado de Inteligência Artificial no setor de Utilities, como Gestão de Ativos, Análise Preeditivas, Gestão de perdas e impactos climáticos - exemplos práticos, potenciais ganhos como também os desafios para obtenção dos resultados.

Carlos Tunes - IBM
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
17:00 - Mesa Redonda – 450 Alliance
Teremos uma breve atualização da situação global do espectro, casos de uso e experiências de instalações. Também será abordada a atualização sobre o uso do 450 MHz pelas concessionárias de serviços públicos no Brasil e uma discussão geral sobre a situação atual no país..
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
15:30 - Painel – Melhores Práticas em DSO´s
Especialistas do setor discutem padrões de excelência, modelos de governança, uso inteligente de dados, automação de processos e iniciativas que elevam eficiência, segurança e confiabilidade. O debate destaca aprendizados práticos, desafios comuns e caminhos para acelerar a maturidade operacional das organizações.

Savio Ricardo Muniz - Energisa
Ticiano Lage - Neoenergia
Tatiane Moraes Cortes - ONS
16:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Savio Ricardo - Energisa
17:00 - Painel Modernização Sistemas de Água, Gás e Saneamento
Daniel Senna - Sabesp
Gustavo Posseti - Sanepar
Raphael Pereira dos Santos - ES Gás

19 Março, 2026 • Quinta-feira

19 Março
Moderador: Wanderley Maia - UTCAL
09:00 - SD-WAN em Redes Operativas: Conectividade Inteligente com Satélites de Baixa Órbita
Apresentação sobre como a tecnologia SD-WAN transforma redes operativas ao integrar múltiplos meios de acesso — com destaque para links de satélite LEO — garantindo maior disponibilidade, resiliência e desempenho em ambientes críticos e remotos.

Wemerson Ferreira - ISA ENERGIA BRASIL
09:30 - Automação Sem Performance é Despesa: Transformando Dados em Eficiência
Na rede de distribuição, a perda de performance raramente surge como falha evidente. Ela começa de forma silenciosa, na lentidão dos comandos, na instabilidade das comunicações e na degradação gradual dos equipamentos. Esses sinais, quando não tratados, se traduzem em custo oculto, retrabalho e pressão sobre os indicadores de continuidade.

Foi para enfrentar esse problema de forma estrutural que nasceu o Potência Máxima: um processo contínuo de diagnóstico, monitoramento e priorização de ações nos ativos de automação. Mais que uma ferramenta, é um modelo de gestão orientado por dados, que utiliza métricas permanentes, análise de tendências e uma matriz que conecta sintomas a causas prováveis. Assim, substitui a atuação reativa por decisões preventivas, preditivas e padronizadas.

Os resultados já são concretos: em um ano, os equipamentos com baixa performance caíram de 30% para 26%, com economia direta projetada de R$ 2,8 milhões até 2028.

A reflexão final é simples: estamos reagindo às falhas ou gerenciando, de forma estruturada, as causas da perda de performance da função automação em nossas redes?

Lucas Sales e Sávio Aires - Energisa
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Francisco Pires - PiresNet
11:00 - Estruturação de um sistema de coleta e tratamento de dados para utilização de IA
O projeto consiste na implementação de uma plataforma de Analytics e Data Engineering para coletar, tratar e integrar dados operacionais e comerciais aplicados à otimização dos sistemas de telecomunicação, automação e manutenção da rede. A iniciativa surgiu da necessidade de elevar a eficiência operacional e reduzir lacunas de monitoramento em processos críticos. Com a centralização destes dados, o projeto estabelece governança, rastreabilidade e maior confiabilidade para análises. Resultados anteriores já demonstram impacto relevante do trabalho com dados, com a elevação do Índice de Disponibilidade de Comunicação de 97,3% para 99,2% e da efetividade das Transferências Automáticas de 84,1% para 97,7% nos últimos 3 anos. A plataforma cria uma estrutura sólida para expansão futura, incluindo o uso de IA e modelos avançados de decisão.

Bruno dos Santos - EDP
11:30 - Substituição de cabo OPGW em situação crítica devido a vandalismo por arma de fogo na LT MTT-PTU
Apresentar os desafios encontrados na substituição de trecho de cabo OPGW, devido vandalismo que causou o rompimento parcial do núcleo óptico por danos causados por arma de fogo.

A substituição dos trechos danificados apresentou vários desafios às equipes de linhas e Telecomunicações, desafios esses que serão detalhados durante a palestra.

Luiz Geraldo Gomes Rios - Axia Energia
12:00 - Iniciativa Estratégica de Maturidade em Gestão e Segurança de Ativos OT
Inventário, Governança e Risco com Base CISA e ISO 55000

Karina Cunha - SGBH
Julia Guerra – Cepel
Eduardo Honorato - NovaRed
12:30 – Almoço
Moderador: Rosana Pereira - Energisa
14:00 - Desenvolvimento de Soluções IoT para Redes Inteligentes
A Neoenergia está acelerando sua estratégia de digitalização das redes de distribuição com uma arquitetura IoT híbrida e resiliente, que integra múltiplas tecnologias e uma gestão mais inteligente da comunicação em campo — incluindo LTE privativa, LTE pública, NTN-IoT e eSIM SGP.32.

Com essa combinação de tecnologias, parcerias e inovação aplicada, a companhia fortalece sua infraestrutura de conectividade, tornando-a mais robusta e preparada para o crescimento acelerado de dispositivos IoT na rede elétrica, além de promover uma experiência superior para os clientes.

Alan Macieira - Neoenergia
14:30 - Tecnologia a serviço do negócio: como conectividade e observabilidade transformam a transmissão de energia.
A apresentação pretende compartilhar o conceito da observabilidade no negócio de transmissão de energia e como a conectividade garante essa observabilidade, com uma infraestrutura resiliente.

Iremos compartilhar solução tecnológicas orientadas ao negócio, sendo que a conectividade garante um diferencial estratégico para o negócio, além de ferramentas e iniciativas que suportam o negócio de transmissão de energia, com uma visão de futuro para essas soluções.

Rafael Vieira da Silva Ferreira - Taesa
15:00 - Uso de Dados do AMI para Análise Avançada e Apoio à Operação da Rede de Distribuição
A implantação de medidores inteligentes (AMI) ampliou significativamente o volume de dados disponíveis sobre o comportamento da rede elétrica e do consumo dos clientes. No entanto, esses dados eram subutilizados nos processos operacionais, limitando seu potencial para identificação de perdas, fraudes, problemas de qualidade de energia e apoio à tomada de decisão em tempo real. A Cemig estruturou uma solução de Big Data AMI integrando infraestrutura de telecomunicações, plataformas de dados e algoritmos de analytics avançado. A solução consolida, processa e analisa grandes volumes de dados provenientes dos medidores inteligentes, permitindo detecção automática de anomalias, apoio à identificação de fraudes, análise de transgressões de tensão e suporte à priorização de atendimentos e ações operacionais. A arquitetura foi projetada para integração com sistemas corporativos e escalabilidade para outras distribuidoras.

A solução já apresenta resultados concretos no apoio à operação, com maior eficiência na análise de eventos da rede, melhoria na assertividade de ações de campo e otimização do uso das informações do AMI. Os ganhos incluem redução de retrabalho, melhor direcionamento de equipes, aumento da confiabilidade da rede e criação de base tecnológica para novos serviços digitais. O projeto demonstra forte potencial de replicação e monetização, caracterizando-se como uma iniciativa estratégica de inovação aplicada em telecomunicações e tecnologia operacional.

Carolina Cândida de Oliveira - CEMIG
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Clóvis Baptista - UTCAL
16:30 - Sandbox Tarifário na Prática: Medição Inteligente, Conectividade e Protagonismo do Cliente
O Projeto Minha Energia consolida-se como um piloto SANDBOX TARIFÁRIO no setor elétrico brasileiro, integrando telecomunicações, medição inteligente (AMI) e protagonismo do cliente em um ambiente real de experimentação regulatória. Estruturado no contexto do Sandbox Tarifário, o projeto combina inovação tecnológica, modernização tarifária e inteligência comportamental, posicionando a distribuidora no centro da agenda de transformação do setor.

A iniciativa implementa uma tarifa horo-sazonal-locacional aplicada a uma amostra real de consumidores residenciais e comerciais, apoiada por smart meters com conexão via Bluetooth e integração a uma plataforma digital dedicada. O aplicativo “Minha Energia” permite ao cliente acompanhar seu consumo ainda dentro do ciclo de faturamento, mesmo sem uso de dados móveis, ampliando transparência, autonomia e capacidade de decisão. Trata-se de uma solução acessível, de baixo custo e alto impacto, que conecta medidor, telecom e experiência digital em um único ecossistema.

Mais do que testar uma nova tarifa, o piloto inaugura um novo modelo de relacionamento: dados em tempo real, comunicação ativa e incentivo ao consumo consciente. É um laboratório vivo de inovação, capaz de gerar aprendizados regulatórios, eficiência operacional e valor direto ao cliente, consolidando um marco na digitalização da distribuição de energia.

Ana Kelly – Equatorial
Rogério Diógenes - NEPEN
17:00 - Construindo AMI Sustentável com Padrões Abertos: O Modelo de Interoperabilidade da CPFL
As distribuidoras de energia no Brasil avançam rumo à implementação massiva de Infraestruturas Avançadas de Medição (AMI), fundamentais para a modernização e digitalização da rede. Nesse movimento, a CPFL tem conduzido iniciativas estruturadas para viabilizar a interoperabilidade entre medidores de diferentes fabricantes, elemento essencial para garantir flexibilidade tecnológica, competitividade e sustentabilidade da solução ao longo de seu ciclo de vida.

Esta apresentação compartilha a evolução do trabalho da CPFL, que iniciou seus ensaios em ambiente controlado e agora avança para resultados e aprendizados alinhados às condições de produção de seu projeto de AMI (B Smart). O objetivo central é demonstrar como a CPFL tem avançado na implementação e validação da interoperabilidade baseada no protocolo Wi-SUN 1.0, avaliando o desempenho da comunicação, a compatibilidade entre dispositivos multivendor e a aderência aos requisitos técnicos definidos pela empresa.

A experiência acumulada reforçou três pilares que vêm norteando a estratégia da CPFL:

1. Especificações técnicas robustas e claras; 2. Pontos de controle no processo de homologação; e 3. Sustentabilidade e mitigação de lock-in de fornecedores.

Os resultados obtidos até o momento mostram avanço consistente na taxa de sucesso de comandos básicos, maior estabilidade da comunicação e crescente aderência às especificações. Esses achados oferecem subsídios importantes para as distribuidoras e fornecedores na construção de estratégias mais seguras, escaláveis e sustentáveis para a implementação do AMI no Brasil.

Vinicius De Paula Arruda e Gabriel Henrique Cremasco – CPFL Energia
17:30 - Drones, IA e gestão inteligente de ativos
Utilizando drones e inteligência artificial evoluímos da inspeção tradicional de rede para o modelo de gestão de ativos orientado por dados.

Em um contexto de pressão por eficiência, qualidade de serviço e maior resiliência da infraestrutura, a capacidade de entender a condição real da rede e priorizar investimentos com precisão torna-se um diferencial competitivo.

Como exemplo prático, apresentaremos o projeto SISDRONE da Energisa, que utiliza drones para digitalizar a inspeção de ativos em larga escala, ampliando a cobertura da rede, aumentando a segurança operacional e criando uma base estruturada de dados que permite decisões mais rápidas e fundamentadas sobre manutenção e planejamento.

A partir dessa base digital, a aplicação de inteligência artificial permite transformar imagens e dados de campo em insights operacionais acionáveis, como classificação de criticidade de ativos, priorização de intervenções e antecipação de falhas. O resultado é uma operação mais previsível, com melhor alocação de recursos, menos intervenções emergenciais e maior confiabilidade do sistema elétrico.

O painel busca compartilhar aprendizados dessa jornada e provocar o setor sobre o próximo passo da transformação: utilities que conseguirem transformar dados em decisão consistente tendem a operar melhor, investir com mais eficiência e abrir espaço para novos modelos de colaboração e geração de valor no ecossistema de energia.

Silas Langsdorff e Rosana Pereira - Energisa
Jennifer Karlsson - ARQION
Moderador: Thiago Zanin – Celplan
09:00 - Soluções Conectividade Redes Missão Critica: Radios PmPt ou LTE
Rogério Radaic - Aviat
09:30 - Power Utilities Digital Transformation
Dominique Verhulst - NOKIA
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
11:00 - Comunicação Operacional Inteligente no Setor Elétrico: Expansão e Integração do Sistema VHF Digital (P25/DMR) e Repetidoras Compactas para Ambientes Críticos
Esta palestra apresentará a modernização completa do ecossistema de comunicação operacional da EDP, combinando a expansão do sistema VHF digital com tecnologia dual (P25/DMR) e o desenvolvimento de repetidoras compactas híbridas para eliminação de zonas de sombra em áreas de relevo crítico. A solução integra redundância, telemetria avançada, comunicação IP, geoposicionamento de equipes, mensagens de texto, modos FDMA/TDMA e infraestrutura plug & play com autonomia energética. Os resultados incluem aumentos expressivos de cobertura, redução do TMA, maior segurança operacional e um modelo replicável para diferentes geografias.

Jefferson Alberto Souza dos Santos - EDP
11:30 - Da Conectividade à Inteligência Operacional: como a TIC transforma operações críticas
A palestra aborda o papel estratégico da Tecnologia da Informação e Comunicação na modernização e no fortalecimento de operações críticas. Serão apresentados conceitos e aplicações que demonstram como a conectividade inteligente, aliada a sistemas de gestão operacional, visão computacional com inteligência artificial e automação de inspeções, contribui para maior confiabilidade, segurança e eficiência dos ativos. A apresentação oferece uma visão integrada das tecnologias que sustentam a transformação digital de ambientes industriais e de infraestrutura, destacando seu impacto na tomada de decisão e na sustentabilidade operacional.

André Ribeiro e Gabriel Pierre – Netcon Américas
12:00 - Fibersensing: quando cada milímetro de fibra se torna um sensor de segurança de redes de missão crítica
A palestra abordará como a Nokia e a Q13 com a tecnologia Fiber Sensing reescrevem a confiabilidade da transmissão elétrica e suas criatividades

Albino Lopes Neto - Nokia
12:30 – Almoço
Moderador: Wanderley Maia - UTCAL
14:00 - Infraestrutura de Telecom Confiável com Soluções Advantech
Robson Raimundo Teodoro - Advantech
14:30 - O futuro de Cyber no setor elétrico brasileiro
Painel que abordará os temas relevantes que podem ser utilizados para acelerar a redução de risco no setor elétrico brasileiro, trazendo uma abordagem sobre do novo RO do ONS, chamada pública para tema de revisão tarifária e oportunidades e desafios relacionados ao ProPDI Aneel.

Mediação: Raphael Pereira - CTO da Shield

Bruno Macena - Energisa
Geraldo Fonseca - ONS
Luiz Felipe Pamplona - Energy Future - ShieldSec
15:00 - Gestão Integrada de CAPEX em Utilities: Governança, Previsibilidade e Performance com Inteligência Digital e IA
Esta palestra apresenta como utilities podem transformar a gestão de programas CAPEX por meio de uma abordagem integrada que conecta governança, planejamento, execução e controle em uma única visão. Serão abordados conceitos de previsibilidade, integração de dados e inteligência digital - incluindo o uso de IA como habilitadora - para aumentar a performance dos projetos, reduzir riscos e apoiar decisões estratégicas em ambientes regulados e complexos.

André Fregolente - Hexagon
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Tom Luiz - Celplan
16:30 - fgOTN - Soluções Huawei para o padrão da próxima geração da rede SDH.
O fgOTN (fine-grain Optical Transport Network), a próxima geração do SDH, tem como princípios alta confiabilidade, baixíssima latência, isolamento físico de serviços (hard pipes) e largura de banda flexível, sendo amplamente utilizado pela Huawei como uma evolução da rede de dados de operação, suportando todo o legado ainda ativo e necessário para o setor de utilities.

Vinicius Andretta Cardoso de Paula -ConnectoWay/Huawei
17:00 - Visibilidade e Controle de ativos: Como Prevenir Interrupções por Eventos Climáticos e Ataques Cibernéticos em Utilities
As redes de utilities enfrentam um desafio duplo: eventos climáticos extremos que danificam a infraestrutura física e ataques cibernéticos que exploram interrupções operacionais. Com o aumento da severidade das tempestades e a expansão de dispositivos conectados a redes celulares privadas, a visibilidade e o controle sobre ativos distribuídos tornaram-se pilares essenciais para a resiliência e a restauração rápida dos serviços.

Esta sessão analisa como interrupções podem surgir tanto de eventos físicos quanto de incidentes digitais e como os mesmos fundamentos de visibilidade ajudam a mitigar ambos os riscos. Discutiremos as melhores práticas para fortalecer a resiliência operacional por meio do mapeamento preciso de ativos, da aplicação de segurança no nível do dispositivo e da maior coordenação entre as equipes de rede, de segurança e de campo. Ao combinar inteligência contextual de dispositivos com firewalls e fluxos de trabalho operacionais, as utilities podem reduzir o raio de impacto de incidentes e acelerar a análise de causa raiz.

Os participantes aprenderão:

• A interseção entre eventos climáticos e ciberataques em redes modernas;
• Lacunas de visibilidade que atrasam a resposta e aumentam o risco operacional;
• Melhores práticas para controle de ativos em redes distribuídas;
• Como o contexto do dispositivo fortalece a segmentação e a segurança;
• Métodos para agilizar o diagnóstico e o restabelecimento do serviço.

Felipe Mahatma - Onelayer
17:30 - Faturamento Inteligente: Evolução e Desafios no Faturamento do Grupo B com Smart Meter + DLMS/Cosem
O Medidor inteligente juntamente com o protocolo DLMS/COSEM trouxe para o faturamento do grupo B um nível de detalhamento de dados antes restrito ao grupo A. Entretanto, o acesso indiscriminado à massa de dados (perfis de carga, logs de eventos, alarmes e históricos) pode saturar a rede AMI, comprometendo a performance da telemedição.

Ítalo Musacchio -Nansen
Moderador: Ramon Batista - Neoenergia
09:00 - Desafios na integração de redes multisserviços na evolução tecnológica das comunicações críticas
Ambientes de missão crítica impõem requisitos elevados de desempenho, disponibilidade e confiabilidade. Para suportar simultaneamente serviços de voz, dados e vídeo, não basta a implantação de novas tecnologias; é necessário garantir arquiteturas capazes de operar de forma contínua, segura e resiliente. Nesse contexto, o desafio atual vai além do gerenciamento isolado de dispositivos, e passa a focar na harmonização de sistemas heterogêneos, como redes LTE privadas e sistemas de radiocomunicação (LMR), frente às rigorosas exigências de segurança do setor.

Vamos explorar como a inovação tecnológica pode ser integrada à realidade das infraestruturas de energia, abordando o papel da integração de sistemas como elemento fundamental para a conversão da complexidade técnica em governança e eficiência operacional, garantindo a continuidade dos serviços em ambientes de comunicações críticas.

Fábio Lisboa - Alcon+Kofre
09:30 - Monitoramento de Redes e Detecção de Cyber Ataques em Subestações de Energia
Múltiplas camadas de proteção são necessárias para garantir a segurança cibernética de subestações de energia. São necessárias medidas para detectar ameaças na subestação para permitir uma resposta rápida e minimizar as consequências. Este documento descreverá um dos requisitos de segurança de Subestações IEC 61850 e uma nova abordagem para detecção ameaças nessas redes. Em seguida, uma abordagem desenvolvida especificamente para a subestações IEC 61850 será descrito.

Esta palestra exemplifica algumas possibilidades e traz resultados a través da simulação de ataques muito conhecidos em uma subestação europeia, como ataques a subestações da Ucrânia ou explorando vulnerabilidades conhecidas de IEDs (Dispositivos Eletrônicos Inteligentes). Toda esta simulação é aplicada a uma subestação IEC 61850, onde um dispositivo IDS desenvolvido para sistemas IEC 61850 detecta e alarma todos os eventos de intrusões que poderiam ser reportados para sistemas SOC (Security Operation Centers) de diversas formas.

As subestações possuem potenciais vetores de ataques cibernéticos. Se um invasor for capaz de influenciar uma ou mais subestações, isso pode ter consequências graves para o sistema elétrico. Portanto, medidas eficazes de segurança cibernética devem ser implementadas, não só nos centros de controle, mas também em subestações. Para subestações IEC 61850, uma abordagem para detecção de intrusão está disponível, a qual baseia sua configuração atrelada ao poder da linguagem de programação SCL (Substation Configuration Language) dos IEDs. A experiência com a simulação de ataques em uma subestação explorada neste trabalho exibe os eventos detectados no idioma dos engenheiros de PAC (Proteção, Automação e Controle) e, assim, oferece a vantagem de que engenheiros de PAC e de TI possam trabalhar juntos para encontrar a causa dos eventos como por exemplo o ramsonware que afetou a empresa brasileira de energia Light em 2020.

Abordagem de Monitoramento de Redes em atendimento ao submódulo 2.11 dos procedimentos de rede do ONS também será contemplada nesta palestra, com aplicações e experiências reais.

João Jorge - Omicron
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
11:00 - Desafios da integração de múltiplos meios de comunicação em centros de operação do setor elétrico
Nos centros de operação do setor elétrico, a comunicação operacional é um elemento crítico para a tomada de decisão em tempo real e para a confiabilidade do sistema. A coexistência de múltiplos meios de comunicação — telefonia, radiocomunicação, satélite e dados — associada à presença de sistemas legados, impõe desafios relevantes de interoperabilidade, segurança e governança operacional nos ambientes de geração, transmissão e distribuição. A apresentação vai discutir os princípios técnicos para a integração e racionalização dos fluxos de comunicação, com foco na preservação da infraestrutura existente, na redução de riscos operacionais e no aumento da confiabilidade dos sistemas elétricos.

Richard Cruz - Byne
11:30 - HUAWEI Electric Power Private Wireless Network Summit Agenda
Opening Speech – UTCAL

Brazil 450MHz Power Industry Cases Sharing – Utility

450MHz Technical White Paper Release – Gosta Kallner

Panel Discussion – In the background of allocating 450MHz spectrum to public utilities in Brazil jointly discuss how to address the pain points and challenges faced by electric power companies by building a 450 MHz private wireless network; how to enabling the business, economic ena technical value of electric power companies. Highlight the importance and necessity of building private wireless network and suggest more electric power companies to build private wireless network.

Moderador: Marcelo Araujo (CIGRE/AXIA)

Gosta Kallner - 450 Alliance
Takeshi Ikeda - ANATEL
Sandro B. Oliveira - CEMIG
Evaldo Baldin - CPFL
Joao Carlos - CIGRE Brazil
Pablo Betancur - Huawei
Zhou Haojie - Huawei
12:30 – Almoço
Moderador: Eduardo Campaner – Axia Energia
14:00 - Case de IA com foco em segurança do trabalho
Amanda Lopes Fernandes – CPFL
Marlon Menezes - Populos
14:30 - Debate Executivo - Os Novos Desafios dos Centros de Operações para atendimento a regulação
O Debate Executivo: Os Novos Desafios dos Centros de Operações para Atendimento à Regulação traz uma visão estratégica sobre a evolução dos COIs diante de redes mais complexas, eventos climáticos extremos e de um ambiente regulatório cada vez mais exigente, destacando o papel dessas estruturas na garantia da qualidade, da resiliência e da transparência dos serviços de conectividade, na integração entre áreas e na geração de valor para o negócio e para o cliente.

Rafael Diniz David - CPFL
Bruno Gonçalves de Souza - EDP
Vinicyus Cesar de Lima – Equatorial
William Souza - Cemig
Eugenio Mrozinski Neto - Hughes
Aparecido Mendonça - Hughes
15:00 - Teleteprotection 87L over SR – MPLS + RON Redes Convergentes
Thiago Ferreira - Cisco
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Marcel Tolentino - Neoenergia
16:30 - A Jornada OT da Era Digital: Do Diagnóstico à Operação Resiliente
A transformação digital está redefinindo o setor de utilities, impulsionando a modernização das redes de automação e exigindo novos níveis de eficiência, visibilidade e resiliência operacional.

Nesta palestra, serão explorados desafios enfrentados pelas utilities sob o aspecto de uma jornada de digitalização, desde a visibilidade de ativos, integrações e processos até a proteção de infraestruturas críticas contra ameaças cada vez mais sofisticadas. Também será apresentada uma abordagem estratégica para construção de arquiteturas seguras, resilientes e preparadas para o futuro, com foco em governança, segmentação, monitoramento contínuo e resposta a incidentes.

Uma visão prática de como alinhar inovação, continuidade operacional e cibersegurança para sustentar a evolução do setor.

Deyvid Lira - Logicalis
17:30 - Governança de IA com Segurança: da experimentação à gestão estratégica em Utilities
A IA avança rapidamente no setor de Utilities, impactando operações e decisões críticas.

Mas a governança não evolui no mesmo ritmo.

Em infraestrutura essencial, IA não é apenas tecnologia, é infraestrutura decisória.

Com governança, há sustentabilidade, resiliência e confiança.

O foco deixa de ser técnico e passa a ser estratégico.

A vantagem competitiva estará não em quem adota IA primeiro, mas em quem a governa melhor.

Alexandre Murakami - TRIPLA
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
09:00 - Redes Wi-SUN - Estudo de casos com foco na promoção da interoperabilidade
Thiago Ribeiro - Chint Global
09:30 - Interoperabilidade em Wi-SUN: construindo redes inteligentes abertas
O Wi-SUN está se consolidando como a base para redes inteligentes mais abertas, flexíveis e preparadas para o futuro. Esta apresentação discute como a interoperabilidade em Wi-SUN amplia possibilidades tecnológicas, apoia a evolução das arquiteturas AMI e quais cuidados as concessionárias devem adotar para evitar o aprisionamento tecnológico a um único fornecedor. Uma visão objetiva sobre os avanços, benefícios e desafios dessa jornada rumo a ecossistemas realmente interoperáveis.

Vinicius Martins - Landis+Gyr
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
11:00 - Cisco SDWAN para redes de Missão Crítica OT – “Resiliência, Segurança e Flexibilidade com soluções satelitais de baixa orbita“
Foco: SD-WAN OT com foco no cenário Starlink

Leonardo Ferreira - Cisco
11:30 - Inventário de ativos abrangente sem a necessidade de coletores físicos.
Em ambientes de automação industrial, visibilidade é o primeiro passo para segurança, eficiência operacional e conformidade regulatória. No entanto, muitos projetos ainda dependem da instalação de coletores físicos, aumentando custos, complexidade e tempo de implementação.

Nesta palestra, será apresentado como a Claroty permite a construção de um inventário completo e preciso de ativos industriais utilizando abordagens inovadoras que eliminam a necessidade de hardware adicional em campo.

Os participantes entenderão como é possível identificar dispositivos, comunicações, versões de firmware, topologias e níveis de criticidade operacional de forma escalável e segura — reduzindo impacto na rede, acelerando o deployment e otimizando investimentos.

A sessão também abordará como essa visibilidade abrangente serve como base para gestão de vulnerabilidades, segmentação segura, detecção de ameaças e priorização de riscos com foco no negócio, fortalecendo a resiliência das infraestruturas críticas.

Alexandre Rodrigues - CLAROTY
12:00 - Comunicações Críticas como Pilar da Modernização e Descarbonização das Redes na América Latina
A transição energética está tornando a rede mais distribuída, dinâmica e digital. Para que esse novo sistema seja resiliente, eficiente e seguro, as utilities precisam de infraestrutura de comunicação preparada para missão crítica (da subestação ao cliente final)

Nesta apresentação,falamos como a integração entre private Wireless, redes ópticas, proteção e automação torna possível acelerar a modernização da rede, suportar a expansão de DERs, veículos elétricos e microrredes, além de reduzir indicadores como SAIDI/SAIFI e fortalecer a cibersegurança OT.

Comunicação crítica não é apenas suporte
— é o pilar da rede inteligente descarbonizada que estamos construindo agora.

Flavio Hott – GE Vernova
12:30 – Almoço
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
14:00 - Resiliência Cibernética em Utilities: Preparando a Infraestrutura Crítica para a Era da IA e da Criptografia Pós-Quântica
A digitalização acelerada das utilities — impulsionada por smart grids, IoT industrial, automação avançada e conectividade — está transformando profundamente a operação da infraestrutura crítica. Ao mesmo tempo, expande de forma inédita a superfície de ataques cibenéticos.

Mas o cenário está mudando novamente. A nova geração de ameaças não se limita a ransomware ou ataques tradicionais a redes OT. Ela envolve ataques potencializados por Inteligência Artificial, manipulação de modelos preditivos e sistemas de despacho, comprometimento de cadeias de fornecimento digitais, e o avanço da computação quântica, que ameaça os fundamentos da criptografia aplicada, comumente adotada para proteger as comunicações industriais

Organizações globais como o NIST já avançam em padrões de criptografia pós-quântica, enquanto frameworks como os da IEC reforçam a necessidade de segurança robusta para ambientes industriais. A pergunta estratégica para utilities no Brasil é clara: estamos preparados para proteger ativos com ciclo de vida acima de 20 anos contra ameaças que já estão em desenvolvimento hoje?

Nesta apresentação, abordaremos:

∙ Como a IA está transformando tanto a defesa quanto o ataque em ambientes OT
∙ O impacto real da computação quântica na segurança de infraestruturas críticas
∙ O risco de “harvest now, decrypt later” em dados sensíveis do setor
∙ Como construir uma arquitetura resiliente, com foco em crypto-agility e Zero Trust industrial
∙ Um roadmap prático para preparar utilities brasileiras para a próxima década

Yanis Cardoso Stoyannis - Ericsson ERICSSON
14:30 - Jornada de Segurança Inteligente em Infraestruturas Críticas
Infraestruturas críticas operam sistemas ciberfísicos complexos, onde risco cibernético se traduz diretamente em impacto físico, financeiro e operacional. Nesse contexto, segurança não pode ser tratada como um conjunto de ferramentas isoladas, mas como uma jornada estruturada e contínua. Esta palestra apresenta uma abordagem técnica para operacionalizar segurança inteligente em ambientes IT/OT, integrando modelagem de risco contextual, consolidação de exposição normativa e técnica, construção estruturada de planos, monitoramento contínuo e investigação orientada por inteligência artificial explicável.

A proposta não substitui equipes humanas. Ela amplia sua capacidade analítica por meio de uma plataforma cognitiva com governança formal, rastreabilidade e humano no loop decisório.

Escopo:

• Segurança como Jornada Estruturada
• Modelagem de Contexto e Risco em CPS
• Consolidação de Exposição e Governança Técnica
• Monitoramento Contínuo Integrado
• Investigação Estruturada e Resposta Orientada
• Arquitetura Cognitiva para Ambientes Distribuídos
• Casos Técnicos – Setor de Energia

Thiago Branquinho - TI SAFE
15:00 - Observabilidade como Pilar Estratégico para Operações Confiáveis em Utilities
A transformação digital acelerou a adoção de cloud, arquiteturas distribuídas e integrações complexas no setor de Utilities. Ao mesmo tempo, a dependência da tecnologia para garantir continuidade do serviço, conformidade regulatória e satisfação do cliente tornou-se mais crítica do que nunca. Nesta sessão, a Teletex apresenta como a observabilidade se consolidou como um pilar fundamental da confiabilidade operacional, conectando infraestrutura, aplicações, redes e a experiência do usuário em uma visão unificada e inteligente do ambiente. Com foco prático e orientado ao negócio, exploraremos os principais desafios enfrentados atualmente pelo setor — indisponibilidades, dificuldade em identificar causa raiz e impactos diretos ao cliente — e como a observabilidade permite reduzir riscos operacionais, acelerar decisões e viabilizar uma jornada digital mais segura e sustentável. A sessão se encerra com uma visão de futuro, mostrando como dados, automação e inteligência aplicada à observabilidade capacitam as Utilities a escalar operações com eficiência, resiliência e confiança, preparando-se para um mercado cada vez mais dinâmico e exigente.

Gregório Oliveira - TELETEX
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
16:30 - Do Desafio Regulatório à Oportunidade de Digitalização: Construindo Planos de Negócio para o Futuro da Energia
Em um cenário de rápidas transformações e novas aberturas regulatórias, esta palestra guiará as concessionárias de energia elétrica na elaboração de planos de digitalização estratégicos. Exploraremos como converter desafios técnicos e exigências regulatórias em alavancas de inovação, estruturando uma jornada digital capaz de reduzir riscos, otimizar investimentos e garantir a conformidade.

Além disso, apresentaremos um panorama internacional que mostra como transmissoras e distribuidoras nos Estados Unidos e Europa já avançam fortemente em digitalização, fornecendo referências práticas e lições aplicáveis ao contexto brasileiro.

Bernardo Fernandes - Siemens
17:00 - A formação dos ISACs na Portaria GSI nº 148/2025 – Desafios e oportunidades para a regulação tecnológica
Este painel tem como objetivo discutir, quase um ano depois, como a ANEEL, agentes e fornecedores estão se preparando para a criação e a implementação dos Centros de Compartilhamento e Análise de Informações ( Information Sharing and Analysis Centers) - ISAC, conforme estabelecido pela Portaria nº 148/2025 do GSI - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

A iniciativa representa um marco regulatório na estruturação da cooperação público-privada em cibersegurança, promovendo o compartilhamento de informações estratégicas sobre ameaças, vulnerabilidades e incidentes, alinhando práticas internacionais às especificidades brasileiras e foco especial em setores de infraestruturas críticas como energia, telecomunicações, transporte e saúde.

Ele se insere em um contexto de crescentes complexidade e sofisticação das ameaças cibernéticas e da necessidade de mecanismos regulatórios que incentivem a cooperação setorial e multissetorial.

A formação dos ISACs é vista como mais um passo para transformar a postura defensiva em uma estratégia de inteligência coletiva compartilhada, para elevar a resiliência cibernética e evitar riscos exponenciais e sistêmicos, com o alinhamento de práticas internacionais às especificidades brasileiras.

Luiz Fernando Moraes da Silva - GSI
Sérgio Ribeiro Leite - ANEEL
Juliana Reis – ISA Energia
Hugo Mendonça - Hitachi
Moderador: Eduardo Santos – Hitachi Energy
09:00 - Network Management System (NMS): transformação digital na configuração e monitoramento de redes
Wesley Roberto - SEL
09:30 - AI versus AI em operações industriais: Inovação, controle e resiliência
Wolmer Andrade Godoi - IBM
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Alexandre Vallejo - Nokia
11:00 - Painel - IA como ferramenta de transformação do setor elétrico
Clerinson Sant´Ana - AWS
Vivian Marcello - CPFL
Ernest W. Wohnig - Minerva Institute for Industrial AI/AS
12:00 - Teleproteção sobre IEC 61850-90-1: Uma abordagem a uma nova aplicação com Redes PSN
Tópicos da apresentação:

a) Comunicação entre Subestações: Uma análise segundo a norma IEC 61850-90-1 (Tunneling / Proxy Gateway).
b) Desafios de Implementação: Os principais obstáculos na comunicação entre subestações em ambientes modernos.
c) Soluções e Estratégias: Como superar os desafios técnicos na transição para redes de pacotes.
d) Casos Práticos: Apresentação de testes reais e casos de sucesso no setor.

Ricardo Alencar - Hitachi Energy
12:30 – Almoço
Moderador: Clovis Baptista - UTCAL
14:00 - Sustentabilidade Espacial
Contextualização e visões sobre o uso sustentável de recursos de espectro e órbita por redes de satélites.

Rafael Pinto Prata - ANATEL
14:30 - Utilização Profissional de Drones no Setor Elétrico
A utilização profissional de drones no setor elétrico exige rigorosa aderência à legislação vigente e foco na prevenção de acidentes. Como aeronaves sob domínio do Estado e reguladas por órgãos como ANAC, DECEA e ANATEL, os drones operam sob os pilares da excelência tecnológica, disciplina normativa e rastreabilidade de processos. A ausência de um Estudo Aeronáutico prévio expõe as operações a riscos regulatórios, falhas técnicas e fragilidades em auditorias. Este estudo é essencial para integrar a tecnologia aos princípios ESG, mitigando impactos ambientais e protegendo a segurança de trabalhadores e comunidades. Além disso, atua como um controle vital para a conformidade com a LGPD, estabelecendo limites claros para a captação e o armazenamento de dados sensíveis. A consciência situacional, que inclui desde a autorização de voo até a manutenção preventiva, é o diferencial para evitar erros e violações operacionais. Com o aumento da demanda e do tempo de uso dos equipamentos, a gestão de riscos torna-se indispensável para garantir a continuidade e a segurança das missões. Esta breve exposição oferece as diretrizes necessárias para elevar a maturidade operacional e a governança corporativa no uso de drones.

Dane Marcos Avanzi – Grupo Avanzi
15:00 - 6G: Da Conectividade à Infraestrutura Cognitiva"
A apresentação pretende discorrer sobre o 6G como resposta aos limites das redes atuais, posicionando a próxima geração não apenas como uma evolução de desempenho, mas como uma mudança estrutural no papel da conectividade. O 6G é apresentado como uma infraestrutura cognitiva que integra comunicação, sensoriamento e inteligência artificial, sustentada pela convergência nativa entre redes terrestres e não terrestres (TN + NTN), viabilizando cobertura contínua, resiliência e operação global. A narrativa destaca tecnologias habilitadoras como ISAC, IA em todas as camadas, NTN, edge computing, novas bandas e arquiteturas abertas, ressaltando o surgimento de serviços de sensoriamento nativo capazes de antecipar eventos e suportar automação e gêmeos digitais. Em seguida, conecta essas capacidades às necessidades de utilities, enfatizando continuidade operacional, atuação em áreas remotas, segurança de infraestruturas críticas e eficiência na gestão de ativos. Por fim, aborda o estágio atual e os desafios do 6G e reforça o Open RAN como pilar de flexibilidade e inovação, destacando o papel do Centro de Competência Embrapi Open RAN na preparação do ecossistema nacional para essa nova geração.

Alberto Boaventura - CPQD
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Eduardo Santos – Hitachi Energy
16:30 - Iluminando" a Segurança OT: Da Descoberta à Governança no Setor Elétrico
Assim como a energia precisa de geração, transmissão e distribuição para chegar com segurança ao seu destino, a segurança de ambientes operacionais (OT) também exige uma jornada estruturada e sustentada por padrões internacionais.

Nesta palestra, apresentaremos uma abordagem de segurança OT fundamentada na norma ISA/IEC 62443 e seus pilares de Visibilidade, Riscos e Governança.

Thiago Tomal - NTT DATA
17:00 - SENSING aplicado a Linhas de Transmissão e Subestações: Como monitorar diante dos desafios climáticos, roubo, vandalismo, degradação
Fabio Marchiori - ARSITEC
17:30 - Convergência OT/IT: Como a Telecom está renovando o setor de utilities?
Nesta palestra vamos explorar como a Telecom contribui para impulsionar a modernização das Utilities ao integrar pessoas, eventos de IoT, monitoramento e Centros de Controle, garantindo informação precisa e operações mais eficientes e orquestradas. Soluções como Despacho Inteligente, Cloud de Voz, UC, Omnichannel e Centros de Controle Hiperconectados elevam agilidade, inovação e resiliência, conectando toda a operação ponta a ponta.

Thiago Roldão Pinheiro Costa – Unify Mitel
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
09:00 - EVENTO PRIVADO
10:00 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
11:00 - EVENTO PRIVADO (cont.)
11:30
12:00
12:30 – Almoço
Moderador: Karina Damasceno – SGBH
14:00 - Compartilhamento de Infraestrutura
O CPQD irá mostrar como pode apoiar as distribuidoras no tema de compartilhamento de postes, com foco em transformação digital e gestão eficiente dos ativos. O objetivo central é mostrar como o uso de inteligência de dados permite enfrentar o cenário atual de ocupação desordenada, promovendo maior controle, transparência e sustentabilidade na gestão da infraestrutura.

Fábio Maki Yamashiro - CPQD
14:30 - Arquiteturas de IA para Utilities: modelos, caminhos e decisões críticas”
A transformação digital nas utilities exige muito mais do que a adoção pontual de ferramentas de Inteligência Artificial. Exige visão arquitetural, integração entre sistemas, governança e decisões estratégicas bem fundamentadas.

Nesta palestra, a CelPlan apresenta um framework prático de topologias de implementação de IA para utilities, explorando desde as arquiteturas analíticas e preditivas até modelos operacionais. Serão discutidos os caminhos de evolução, os principais desafios técnicos e regulatórios, e os critérios que orientam escolhas sustentáveis ao longo da jornada digital.

Com exemplos, o público compreenderá como estruturar ambientes de dados, analytics e automação capazes de transformar informação em ação, gerar eficiência operacional, reduzir riscos e sustentar a inovação em ambientes críticos e regulados.

Ao final, os participantes terão uma visão clara sobre como alinhar tecnologia, operação e estratégia para construir uma base sólida de Inteligência Artificial nas utilities.

Thiago Zanin - CELPLAN
15:00 - O Ataque ao Sistema Elétrico da Polônia: As Lições Aprendidas e o que poderia ter sido feito para evitá-lo
Quando o ambiente OT é diretamente atingido, as consequências deixam de ser hipotéticas — tornam-se um alerta imediato para qualquer operador de infraestrutura crítica. O ataque de dezembro de 2025 à rede elétrica polonesa demonstrou como falhas recorrentes como dispositivos de borda expostos, credenciais padrão e ausência de segmentação robusta podem permitir acesso profundo a sistemas industriais.

Esta sessão mostrará como transformar esse caso real em ações práticas, destacando:

• quais deficiências no ambiente da Polônia permitiram que o ataque fosse bem sucedido;
• como medidas simples poderiam ter sido tomadas para dificultar a atuação dos ciberatacantes;
• quais tecnologias poderiam ter sido implementadas para minimizar os riscos.

A participação nesta sessão permitirá refletir sobre como vulnerabilidades semelhantes podem existir em outras infraestruturas e quais medidas práticas podem ser adotadas para reduzir a exposição e fortalecer a resiliência operacional

Roberto Suzuki -Fortinet
15:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
16:30 - Resiliência Operacional e Eficiência de Campo em Ambientes Altamente Regulados
Nesta sessão, especialistas da TIVIT exploram os desafios críticos de Utilities em cenários de alta pressão regulatória e demanda por continuidade operacional, abordando como a convergência entre IT/OT e a integração estratégica de dados viabilizam uma tomada de decisão mais assertiva, transformando a complexidade do campo em resiliência e eficiência real para o negócio.

Thiago Dizotti Lourenço, Renato Teodoro Tocaxelli e Alexandre Parra Freire Cavalcante - TIVIT
17:00 - Orquestrando Operações Críticas em Utilities com BMC Control-M
Empresas de utilities operam ambientes complexos, com grande volume de dados e processos que não podem falhar. Nesta palestra, vamos mostrar como o BMC Control-M permite orquestrar e automatizar fluxos de trabalho de ponta a ponta, integrando aplicações, dados e plataformas. O resultado é maior previsibilidade operacional, redução de falhas e mais agilidade para suportar processos críticos como faturamento, gestão de energia e integração de sistemas corporativos.

Angelo Braga - VS DATA
17:30 - Do Reativo ao Preditivo: Como Edge + AI e 5G Transformam a Proteção de Redes Elétricas
A transição de modelos reativos para abordagens preditivas está redefinindo a proteção e a operação das redes elétricas modernas. A combinação de Edge Computing, Inteligência Artificial e conectividade 5G permite processar dados críticos em tempo real, reduzindo latência, aumentando a confiabilidade e antecipando falhas antes que causem impactos sistêmicos. Sensores inteligentes e algoritmos embarcados viabilizam análise local de distúrbios, detecção de anomalias e atuação automática em milissegundos. Com redes mais digitalizadas e distribuídas, torna-se essencial integrar comunicação ultraconfiável e processamento na borda para garantir resiliência operacional. A palestra apresenta arquiteturas, casos práticos e desafios regulatórios e tecnológicos para implementação em utilities.

Também serão discutidos impactos em continuidade do fornecimento, redução de custos operacionais e aumento da segurança energética. O objetivo é demonstrar como a convergência entre energia e telecomunicações habilita um novo paradigma de proteção inteligente, escalável e orientada por dados.

Rodney Rick - INATEL

20 Março, 2026 • Sexta-feira

20 Março
Moderador: Roberto Boucinhas - UTCAL
09:00 - Abordagem da MP 1.304/2025 agora Lei 15.269/2025
A recente conversão da MP nº 1.304/2025 na Lei nº 15.269/2025 traz um novo marco regulatório para o setor, trazendo mudanças relevantes em regras, responsabilidades e oportunidades. Esta palestra apresenta uma visão objetiva e prática sobre os principais impactos setoriais da nova lei, destacando o que efetivamente muda, os riscos regulatórios, os desafios de implementação e as estratégias de adaptação para empresas e gestores.

Eduardo Campaner - Axia Energia
09:30 - Plataforma de Monitoramento Inteligente para Segurança Pessoal, Proteção de Ativos Críticos e Detecção de Intrusão com IA
Karina Cunha - SGBH
Karen Liou - Hikivision
10:00 - Solução de comunicação de baixa órbita para equipes de campo
Gabriel Belas e Emerson Vale - Neoenergia
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Francisco Pires - PiresNet
11:00 - Framework de Cibersegurança aplicado ao Ambiente de Tecnologias de Operação (OT)
Apresentação sobre a estrutura, os princípios e os domínios que compõem o Framework de Cibersegurança da ISA ENERGIA BRASIL, ressaltando como seus requisitos orientam a governança, a segurança e a resiliência cibernética em ambientes de Tecnologias de Operação. O conteúdo aborda a organização de alguns domínios do framework, sua relação com normativas internacionais e regulatórias e a forma como estes elementos devem ser interpretados e aplicados para fortalecer a proteção de sistemas industriais críticos, garantindo conformidade, padronização e uma postura de segurança consistente em todo o ciclo de vida dos ativos OT.

Juliana Reis - ISA ENERGIA BRASIL
11:30 - FROTA ON: um ecossistema de transformação digital e atendimento no campo
O Frota ON nasce como resposta a um desafio estratégico das utilities modernas: ampliar a conectividade em áreas remotas e, ao mesmo tempo, impulsionar a digitalização das operações de campo. Mais do que expandir a cobertura de voz e dados, o projeto transforma a viatura em uma plataforma móvel de serviços, integrando conectividade satelital de baixa órbita a um ecossistema digital voltado à eficiência operacional, resiliência de comunicação e melhoria da experiência do cliente.

A iniciativa estabelece um hub de conectividade e serviços no campo, habilitando desde comunicação confiável em cenários de contingência até a realização de serviços financeiros diretamente pelas equipes operacionais, por meio da integração com a fintech do grupo. Como resultado, houve ampliação de cerca de 9% na área de cobertura de comunicação, redução de custos operacionais e de compensações regulatórias, aumento da arrecadação do conjunto elétrico e evolução na jornada operacional dos eletricistas, consolidando a conectividade como vetor de eficiência, serviço e geração de valor na última milha da operação da utility.

Rosana Pereira e Thiago Martinelli - ENERGISA
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Kahoe Faust - Lightera
09:00 - Telecomunicações entre o ONS e os Agentes do SIN: Complexidade Sistêmica, Confiabilidade Operacional e Caminhos para Convergência Nacional.
A infraestrutura de telecomunicações que interliga o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aos Agentes do Sistema Interligado Nacional (SIN) constitui a espinha dorsal da operação elétrica brasileira em tempo real. Essa rede sustenta continuamente os fluxos críticos de dados operacionais, incluindo SCADA e PMU, além das comunicações de voz de coordenação entre centros de operação e instalações de geração, transmissão e distribuição distribuídas em escala continental.

Ao longo das últimas décadas, essa conectividade foi construída de forma evolutiva, refletindo diferentes momentos regulatórios, tecnológicos e contratuais. O cenário atual caracteriza-se por elevada complexidade: múltiplos circuitos dedicados, diversidade de provedores de telecomunicações, arquiteturas regionais heterogêneas e distintos níveis de maturidade tecnológica entre os Agentes. Convivem infraestruturas IP modernas com interfaces legadas de voz e dados, exigindo mecanismos robustos de redundância, monitoramento fim a fim, gestão de disponibilidade e controles crescentes de cibersegurança em ambientes integrados de TI e TO.

Embora o modelo vigente assegure elevados níveis de continuidade operacional, ele impõe desafios relevantes relacionados à padronização nacional, escalabilidade, governança técnica unificada e eficiência na gestão de contratos e serviços críticos. A fragmentação arquitetural tende a ampliar custos de coordenação, dificultar evolução tecnológica homogênea e elevar a complexidade de gestão de riscos sistêmicos.

Diante desse contexto, emergem iniciativas de modernização que apontam para maior convergência tecnológica e estrutural. Destacam-se a evolução das soluções de voz para arquiteturas baseadas em SIP, o fortalecimento de padrões nacionais de conectividade e a discussão sobre a estruturação de uma rede nacional coordenada para os Agentes, com foco em resiliência, padronização e segurança cibernética.

A agenda futura das telecomunicações que suportam a operação do SIN sinaliza um novo ciclo de transformação: da conectividade fragmentada para uma arquitetura mais integrada, governável e preparada para sustentar um sistema elétrico cada vez mais dinâmico, digital e distribuído.

Antônio José Alegria Filho e Markus Peltz Lunkes Hahn Barbosa - ONS
09:30 - Cliente no centro: IA, Multicanalidade e Integração de Jornadas
A apresentação demonstra como a integração entre Genesys Cloud e a Solve4ME permitiu à Light unificar jornadas digitais, ampliar a multicanalidade e melhorar a experiência do cliente. Destaca-se o uso de IA para tratamento de reclamações, análise de sentimento e otimização do atendimento. A solução inclui gestão centralizada via WhatsApp, automação de processos e redução de esforço operacional. O Agent Copilot apoia atendentes com sugestões em tempo real, impulsionando produtividade e qualidade. O resultado é uma operação mais eficiente, inteligente e orientada por dados.

Thiago Matarazzo - LIGHT
10:00 - Quando a IA ataca a Energia: agentes autônomos, impacto operacional e o novo risco de apagões digitais.
A transformação digital do setor de energia conectou sistemas industriais, operações críticas e redes corporativas em uma mesma superfície de exposição. Ao mesmo tempo, uma nova geração de ameaças começa a surgir: ataques conduzidos por agentes de Inteligência Artificial capazes de analisar ambientes, tomar decisões e adaptar estratégias de forma autônoma.

Nesta palestra, Ricardo Tavares, da GEMINA Cybersecurity e Alexandre Freire da NOZOMI Networks, ambos especialistas em segurança de infraestrutura crítica, apresentarão de forma prática como agentes de IA podem executar etapas reais de um ataque cibernético contra ambientes energéticos, desde o reconhecimento do ambiente até a identificação de caminhos com potencial impacto operacional.

A demonstração evidencia como a automação cognitiva permite que ataques evoluam em velocidade e escala inéditas, reduzindo o tempo entre a intrusão digital e consequências físicas, como interrupções operacionais, perda de visibilidade de processos e risco à continuidade do fornecimento de energia.

Mais do que explorar técnicas ofensivas, a apresentação mostra o impacto estratégico dessa mudança: defesas projetadas para ataques humanos tornam-se insuficientes diante de adversários capazes de aprender, correlacionar dados industriais e ajustar ações em tempo real.

Ricardo Tavares – Gemina
Alexandre Freire - Nozomi
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Ramon Batista - Neoenergia
11:00 - Implementação de Arquitetura SD-WAN em Infraestrutura Crítica: Transição de WAN Estática para Rede Orientada por Políticas no Operador Nacional do Sistema Elétrico.
A operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), coordenada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), depende de comunicação contínua, segura e de baixa latência entre seus Centros de Operação distribuídos nacionalmente. A infraestrutura de longa distância historicamente estruturou-se sobre três domínios independentes: Rede de Operação (ROP), Rede de Telecomunicações Corporativa (RTC) e acesso à Internet.

O modelo tradicional, baseado em enlaces dedicados e configuração estática de rotas, atendeu aos requisitos históricos de disponibilidade. Entretanto, a crescente demanda por visibilidade fim a fim, orquestração centralizada, segmentação lógica rigorosa e adaptação dinâmica a falhas evidenciou limitações estruturais em termos de escalabilidade e complexidade operacional.

A adoção de uma arquitetura SD-WAN representou a transição de um paradigma baseado em caminhos fixos para um modelo orientado por políticas, inteligência de tráfego e controle centralizado.

A nova arquitetura foi concebida com os seguintes princípios de engenharia:
• Segmentação lógica rigorosa entre domínios operacionais e corporativos
• Redundância total por site, com dupla operadora e enlaces fisicamente independentes
• Utilização combinada de MPLS e Internet como underlays complementares
• Overlays diferenciados por criticidade (missão crítica, corporativo e Internet)
• Topologia full-mesh entre Centros de Operação
• Ambiente de DMZ com site primário e disaster recovery

O overlay da Rede de Operação prioriza MPLS para previsibilidade de latência, com fallback automático para Internet em contingência total. A rede corporativa utiliza Internet como underlay primário com backup em MPLS, equilibrando custo e desempenho. A saída para Internet adota breakout local com políticas centralizadas de segurança.

Além do desenho arquitetural, o projeto estruturou-se em fases críticas para garantir continuidade operacional:

1. Ambiente piloto e validação funcional
Testes controlados de failover, simulação de degradação de enlaces, validação de segmentação e avaliação de latência para aplicações sensíveis.

2. Plano de migração gradual
Implantação paralela à rede existente, com estratégia de coexistência temporária e rollback planejado.

3. Testes de resiliência e cenários de contingência
Simulação de falhas simultâneas de operadoras, indisponibilidade de site e validação de convergência automática.

4. Cutover controlado por domínio de criticidade
Priorização de serviços não críticos antes da migração da Rede de Operação.

5. Operação assistida (hypercare)
Monitoramento intensivo pós-ativação, ajustes finos de políticas e otimização de desempenho.

Os principais resultados observados incluem:
• Maior previsibilidade de comportamento em cenários de falha
• Redução de complexidade de gestão WAN
• Visibilidade centralizada de tráfego e desempenho
• Agilidade no provisionamento de políticas
• Base arquitetural preparada para integrações futuras

A experiência demonstra que a adoção de SD-WAN em ambiente de missão crítica exige abordagem estruturada de engenharia, testes extensivos e governança rigorosa de migração. Mais do que modernização tecnológica, trata-se de mudança de paradigma operacional: a rede deixa de ser apenas meio de transporte e passa a atuar como plataforma inteligente, resiliente e orientada por políticas para sustentação de infraestrutura crítica nacional.

Juliana Ferreira dos Santos - ONS
11:30 - Energia sob Ataque: O Roadmap Prático para uma Operação Resiliente e Conectada
Eduardo Honorato - Novared
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Ronaldo Santarem - UTCAL
09:00 - PAINEL INTERNACIONAL SOBRE REGULAÇÃO E ESPECTRO
O painel irá debater como atender à crescente demanda por conectividade diante de novas tecnologias como 5G/6G, IoT e satélites. Será abordada a importância de modelos regulatórios mais flexíveis e colaborativos, capazes de equilibrar inovação, eficiência no uso do espectro e segurança jurídica. Pretende-se reforçar a necessidade de harmonização internacional para garantir conectividade inclusiva, sustentável e alinhada às transformações digitais globais.

Adrian Grilli – EUTC
Brett Kilbourne – UTC
Gosta Kallner – 450M Alliance
David He Qiang – Cigrè D2/62
Sidney Azeredo Nince - Anatel
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Clovis Baptista - UTCAL
11:00 - Da Manutenção Tradicional à Inteligente: Inovação e IA na Gestão de Ativos
A jornada de transformação digital em Utilities por meio da Inteligência Artificial.

A evolução da manutenção tradicional para a manutenção inteligente é essencial para Utilities lidarem com ativos críticos, pressão regulatória e eficiência operacional. Essa jornada começa com uma base sólida de gestão de ativos (EAM) e evolui para manutenção baseada em condição, preditiva e prescritiva, apoiada por Inteligência Artificial integrada aos processos. O IFS Cloud viabiliza essa transformação ao conectar ativos, pessoas e dados em uma única plataforma, unindo EAM, APM, FSM, otimização e inteligência operacional.

Com IA embarcada, é possível detectar anomalias, prever falhas, gerar ordens de serviço automaticamente, otimizar equipes de campo e fechar o ciclo do “sensor ao serviço”. O resultado é maior confiabilidade dos ativos, redução de falhas não planejadas, melhor uso da força de trabalho e uma gestão mais estratégica, auditável e orientada a valor.

José Felipe Kleine - IFS
11:30 - Diodo de Dados – Isolando Redes Críticas sem o Uso de Firewalls
A integração entre redes IT e OT aumenta a eficiência operacional, mas também amplia a superfície de ataque em infraestruturas críticas. Esta apresentação explora como Data Diodes permitem o compartilhamento seguro de informações por meio de comunicação unidirecional, protegendo ambientes industriais contra acessos externos. Também serão abordadas vantagens operacionais e contribuição para conformidade com IEC 62443, NERC CIP, NIST, CISA e IAEA.

Vinicius Moyano - INTERNATIONAL IT
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador: Marco Pangos - Ubiik
09:00 - Aplicabilidade e limitações de diferentes tecnologias de telecomunicações e redes de dados em uma transmissora de energia elétrica.
A palestra irá abordar as tecnologias (5G, MPLS-TP, SDN, Starlink, entre outras) avaliadas pela Taesa e aplicadas devido aos benefícios identificados, bem como aquelas que a empresa deixou adotar por não observar ganhos efetivos para o ambiente de transmissão.

Thiago Nascimento da Silva - TAESA
09:30 - Resiliência de Telecom para Operações de Missão Críticas
Diante do constante desafio de assegurar a qualidade e a eficiência na prestação do serviço de distribuição de energia elétrica em um contexto marcado por eventos climáticos extremos cada vez mais presentes, aumento das ameaças cibernéticas e contínua evolução tecnológica, as Distribuidoras operam com margens cada vez menores para falhas. Os impactos decorrentes de indisponibilidades afetam toda a cadeia produtiva, tornando imprescindíveis ações voltadas à mitigação de riscos e ao aumento da resiliência operacional.

Nesse cenário, as telecomunicações assumem papel estratégico como elemento habilitador da eficiência e da confiabilidade do sistema elétrico, permitindo a redução dos tempos de interrupção por meio de comandos remotos, além da diminuição da necessidade de despacho de equipes para intervenções locais.

Alinhado a essa visão, o Grupo CPFL Energia atua continuamente na expansão, evolução e sustentação de suas redes de telecomunicações. Como parte dessa estratégia, destaca-se o Plano de Resiliência da Infraestrutura de Telecomunicações, objeto deste trabalho, que estabelece diretrizes e ações voltadas à sustentabilidade e robustez desse ativo crítico para as operações da companhia.

Assim, este artigo tem como objetivo apresentar o conjunto de iniciativas que compõem esse plano, evidenciando as soluções implementadas, os investimentos realizados e as estratégias adotadas para o fortalecimento da resiliência da infraestrutura de telecomunicações no contexto da distribuição de energia elétrica.

Raphael de Matos Alves de Lima e Rafael Diniz David - CPFL Energia
10:00 - Sites de Telecom Compactos e Resilientes: Celposte Otimizado e Retificador Híbrido para o Setor Elétrico
Proposta de arquitetura integrada que combina um celposte adaptado ao setor elétrico, com menor área de implantação, ambiente tratado e banco de baterias de até 800 A, aumentando robustez e vida útil dos ativos.

O retificador híbrido atende todos os níveis de tensão (48/24/12 Vcc e 220 Vca estabilizado) e integra módulo fotovoltaico, ampliando a autonomia em falhas de fornecimento de energia.

Ambas as soluções convergem em uma plataforma padronizada com supervisão centralizada de fontes e circuitos, simplificando manutenção, agilizando o diagnóstico remoto e elevando a disponibilidade dos sites de telecom da distribuidora.

Diogo Candido - EDP
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador: Mario Torraca - UTCAL
11:00 - Validação Inteligente de Voz Operativa Aplicada à Operação de Sistemas de Transmissão
O trabalho apresenta o Sistema VIVO (Validação Inteligente de Voz Operativa), uma solução avançada de apoio à decisão para centros de operação de sistemas de transmissão de energia, desenvolvida no âmbito de um projeto de P&D regulado pela ANEEL, que integra processamento digital de voz, inteligência artificial, modelos de linguagem e integração nativa com sistemas SCADA para validação semântica e operacional de comandos, promovendo ganhos significativos em confiabilidade, segurança operativa e rastreabilidade no setor elétrico.

Lucas Paiva e Celso Lima – ARGO Energia
11:30 - Mudança de tecnologia de comunicação para rede Wi-Sun em Sistemas de Medição Centralizada
O projeto consiste na migração de um sistema de medição centralizada baseado em tecnologia RF Mesh para uma solução de medição concentrada utilizando o protocolo Wi-SUN. A iniciativa visa modernizar a infraestrutura de comunicação, garantindo maior interoperabilidade e escalabilidade. A tecnologia Wi-SUN oferece padrões abertos e suporte a redes IPv6, permitindo integração com diferentes fabricantes e dispositivos. Além disso, proporciona maior robustez na comunicação, com topologia mesh otimizada e mecanismos avançados de segurança. A mudança busca reduzir custos operacionais e melhorar a confiabilidade dos dados coletados. O novo sistema permitirá monitoramento em tempo real e maior eficiência na gestão de energia. A implementação será realizada em fases, garantindo continuidade do serviço e mitigação de riscos. O projeto também inclui treinamento das equipes e atualização dos concentradores para suportar o novo protocolo. Com isso, espera-se um salto significativo na qualidade e na inteligência da rede elétrica.

Rodrigo Salustiano - EDP
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
Moderador:
09:00 - Certificação de Equipamentos
A Anatel irá apresentar seu modelo de avaliação da conformidade, com foco no processo de obtenção de certificado de homologação para produtos de telecomunicações.

Marcos Vieira Baeta Neves – ANATEL
09:30 - eSIM: O futuro dos chips já chegou. Vai ficar fora dessa?
Eduardo de Ázara - ARQIA
10:00 - SIM e SGP.32 na Prática: Transformação Digital para Infraestruturas Críticas
Rafael Jaccoud - Thales
10:30 – Intervalo – Coffee Break
Moderador:
11:00 - Implementación de Infraestructura Avanzada de Medición con un Meter Data Management y Gestión de Activos
Marcos Gabriel Fissore - EPEC Empresa Pública de Electricidad de Córdoba
11:30 - Subestações Digitais Confiáveis e Seguras: como integrar Engenharia Top-Down, Monitoramento do barramento de processos e cybersecurity by design
A transformação digital nas utilities vem ampliando a adoção de subestações digitais e, com isso, aumentando a criticidade das redes de comunicação responsáveis por sustentar funções de proteção, controle e supervisão. Nesse cenário, a construção de soluções confiáveis, resilientes e seguras passa por uma abordagem integrada entre Engenharia Top-Down, Monitoramento do barramento de processos e cybersecurity by design. A Engenharia Top-Down é fundamental para orientar a concepção de arquiteturas de subestações digitais a partir de requisitos funcionais, operacionais e de desempenho, garantindo maior coerência entre projeto, implantação e operação. Em paralelo, o monitoramento do barramento de processos tem se tornado decisivo para assegurar visibilidade contínua sobre o comportamento do barramento de processos, permitindo verificar requisitos de qualidade, identificar degradações antes que problemas aconteçam e auxiliar desde novos projetos a operação de subestações digitais baseadas em IEC 61850. Ao mesmo tempo, a crescente exposição das infraestruturas operacionais reforça a necessidade de incorporar princípios de cybersecurity by design desde as fases iniciais de especificação e arquitetura, de modo que a segurança cibernética deixe de ser tratada como complemento e passe a ser considerada parte integrante do próprio sistema. Desta forma, a simples adoção da IEC 61850 não é suficiente para garantir desempenho, observabilidade e segurança. A operação adequada dessas infraestruturas exige que a Engenharia Top-Down estabeleça diretrizes claras de arquitetura que permitam a implementação consistente do monitoramento e auxiliem na segurança, que o Monitoramento do barramento de processos permita validar continuamente, de forma confiável e sem falsos positivos ou negativos, o comportamento da comunicação em campo, e que a cybersecurity by design reduza vulnerabilidades e aumente a resiliência operacional desde a origem do projeto. A palestra propõe exatamente essa visão integrada, mostrando onde a Engenharia Top-Down, o Monitoramento do barramento de processos e a cybersecurity by design se encontram e por que esses três conceitos precisam ser tratados de forma conjunta nas subestações digitais. O objetivo é demonstrar que a convergência entre esses três pilares é indispensável para utilities que buscam avançar em digitalização com segurança, previsibilidade, conformidade e robustez operacional.

Yona Lopes - Universidade Federal Fluminense
12:00 - Encerramento / Entrega Prêmio Destaque
12:30 – Almoço
14:30 - REUNIÃO GT ANATEL UTILITIES - Coordenação Maria Aparecida Muniz - Anatel
UTCAL Summit 2026

Patrocinadores

Master

Platinum

Gold

Expositor

Prêmio ALTA
Prêmio DESTAQUE
Jantar e Recepção do Presidente
Credenciamento/Secretaria
Wi-Fi
Patrocínio Almoço

Apoio Institucional

O Hotel

Windsor Barra Hotel

Av. Lúcio Costa, 2630 – Barra da Tijuca, RJ

O Windsor Barra Hotel tem localização privilegiada na Barra da Tijuca. Além da mais extensa praia carioca, o bairro é conhecido pela modernidade, diversas opções de lazer a céu aberto e gastronomia diferenciada. Próximo à Praia Recreio dos Bandeirantes e reservas ecológicas e shopping centers.

Compartilhar: